terça-feira, janeiro 06, 2015

Nomes e números da Taça Intercontinental (38)... 1999

TAÇA INTERCONTINENTAL

Ano de 1999
Eis que à sexta tentativa a Taça Intercontinental viajava pela primeira vez para a pátria do futebol moderno: Inglaterra. Os Fergie babys conduziram o gigante Manchester United até ao topo do Mundo após um magro triunfo sobre os paulistas do Palmeiras, que no banco tinham o pé frio Luíz Felipe Scolari, que no espaço de quatro anos perdia a sua segunda final do certame interclubes.
Manchester United (Inglaterra) - Palmeiras (Brasil): 1-0

Data: 30 de novembro de 1999
Estádio: Nacional de Tóquio (Japão)
Árbitro: Hellmut Krug (Alemanha)

Manchester United: Mark Bosnich; Gary Neville, Dennis Irwin, Jaap Stam, Silvestre; Roy Keane, Nicky Butt, David Beckham; Paul Scholes (Teddy Sheringham, aos 75m),Ryan Giggs, Ole Gunnar Solskjaer (Dwight Yorke, aos 46m). Treinador: Alex Ferguson.

Palmeiras: Marcos; Júnior Baiano, Arce, Junior, Roque Júnior, César Sampaio, Zinho, Galeano (54' Evair), Asprilla (Oséas, aos 56m), Alex, Paulo Nunes (Euller, aos 77m). Treinador: Luiz Felipe Sclorari.

Golo: 1-0 (Keane, aos 35m)
Gary Neviile, Ryan Giggs, Nicky Butt, Paul Scholes, e David Beckham, algumas das lendas formadas no Manchester United pelo mestre da tática Alex Ferguson subiram ao Olimpo em 1999

Vídeo: MANCHESTER UNITED - PALMEIRAS

Nomes e números da Taça Intercontinental (37)... 1998

TAÇA INTERCONTINENTAL

Ano de 1998
O primeiro vencedor da Taça Intercontinental, o Real Madrid, reconquistava o troféu quase quatro décadas depois, fruto de uma empolgante vitória sobre os cariocas do Vasco da Gama
Real Madrid (Espanha) - Vasco da Gama (Brasil): 2-1

Data: 1 de dezembro de 1998
Estádio: Nacional de Tóquio (Japão)
Árbitro: Mario Sánchez (Chile)

Real Madrid: Illgner, Panucci, Sanchís, Sanz, Roberto Carlos, Hierro, Redondo, Seedorf, Sávio (Suker, aos 89m), Raúl, e Mijatovic (Jarni, aos 86m). Treinador: Guus Hiddink.

Vasco da Gama: Carlos Germano, Wágner (Vítor, aos 75m), Odvan, Mauro Galvão, Felipe, Nasa, Luizinho (Guilherme, aos 85m), Juninho, Ramón (Válber, aos 88m), Donizete, e Luizão. Treinador: António Lopes.

Golos: 1-0 (Nasa, auto-golo aos 25m), 1-1 (Juninho, aos 56m), 2-1 (Raúl, aos 83m)
Em cima, da esquerda para a direita: Illgner, Hierro, Seedorf, Redondo, Panucci, e Sanz. Em baixo, pela mesma ordem: Mijatovic, Sávio, Roberto Carlos, Raúl, e Sanchís.

Vídeo: REAL MADRID - VASCO DA GAMA

Nomes e números da Taça Intercontinental (36)... 1997

TAÇA INTERCONTINENTAL

Ano de 1997
A febre amarela invadiu Tóquio em 1997. O Borussia Dortmund tornava-se na segunda equipa germânica a levantar o troféu, curiosamente ante a mesma equipa em que 1976 havia socumbido aos pés do Bayern de Munique - a primeira equipa alemã a vencer a Intercontinental -, neste caso o Cruzeiro de Belo Horizonte. 
Borussia Dortmund (Alemanha) - Cruzeiro (Brasil): 2-0

Data: 2 de dezembro de 1997
Estádio: Nacional de Tóquio (Japão)
Árbitro: García-Aranda (Espanha)

Borussia Dortmund: Klos, Reuter, Feiersinger, Júlio César, Heinrich, Freund, Zorc (Kirovski, aos 79m), Paulo Sousa, Moller, Herrlich, e Chapuisat (Decheiver, aos 75m). Treinador: Nevio Scala.

Cruzeiro: Dida, Vítor, João Carlos, Gonçalves, Elivélton, Fabinho, Ricardinho, Cleison, Palácios (Marcelo, aos 65m), Donizete, e Bebeto. Treinador: Nelsinho Baptista.

Golos: 1-0 (Zorc, aos 34m), 2-0 (Herrlich, aos 85m).
O português Paulo Sousa - que na imagem é o primeiro da fila de baixo a contar da esquerda para a direita - era uma das estrelas do conjunto treinado pelo italiano Nevio Scala. 

Vídeo: BORUSSIA DORTMUND - CRUZEIRO

Nomes e números da Taça Intercontinental (35)... 1996

TAÇA INTERCONTINENTAL

Ano de 1996
Onze anos depois a Juventus voltava a Tóquio para disputar o título mundial de clubes, e de novo contra um clube argentino, desta feita um River Plate recheado de jovens promessas, casos de Marcelo Salas, Ariel Ortega, ou Julio Cruz. Estrelas era coisa que também não faltava à Vechia Signora, tendo uma delas, Alessandro Del Piero, oferecido a segunda Taça Intercontinental ao emblema de Turim. Este foi também um duelo muito especial para o genial Zidane, que do outro lado encontrou o seu ídolo de infância, Enzo Francescoli.
Juventus (Itália) - River Plate (Argentina): 1-0

Data: 26 de novembro de 1996
Estádio: Nacional de Tóquio (Japão)
Árbitro: Márcio Rezende de Freitas (Brasil)

Juventus: Peruzzi, Torricelli, Ferrara, Montero, Sergio Porrini, Deschamps, Vladimir Jugovic, Di Livio, Zinedine Zidane (Tachinardi, aos 78m), Del Piero, Boksic. Treinador: Marcello Lippi.

River Plate: Roberto Bonano, Hernán Edgardo Díaz, Roberto Ayala, Eduardo Berizzo, Juan Pablo Sorin, Roberto Carlos Monserrat, Leonardo Rubén Astrada, Sergio Ángel Berti (Leonel Fernando Gancedo, aos 62m), Ariel Ortega, Enzo Francescoli, Julio Cruz (Marcelo Salas, aos 72m). Treinador: Ramón Diaz.

Golo: 1-0 (Del Piero, aos 81m).
Em cima, da esquerda para a direita: Torricelli, Ferrara, Porrini, Boksic, Peruzzi, e Montero. Em baixo, pela mesma ordem: Zidane, Del Piero, Deschamps, Di Livio, e Jugovic. 

Vídeo: JUVENTUS  - RIVER PLATE

segunda-feira, janeiro 05, 2015

Nomes e números da Taça Intercontinental (34)... 1995

TAÇA INTERCONTINENTAL

Ano de 1995
Fábrica de talentos, o Ajax de Amesterdão conquistava em 1995 a sua segunda Taça Intercontinental graças a uma formada de jovens jogadores que anos mais tarde iriam dar que falar na alta roda do futebol internacional, casos dos irmãos De Boer, Van der Sar, Kanu, Kluivert, Davids, Reiziger, Litmanen, ou Overmars.


Ajax (Holanda) - Grêmio (Brasil): 0-0 (4-3 nas grandes penalidades)

Data: 28 de novembro de 1995
Estádio: Nacional de Tóquio (Japão)
Árbitro: David Elleray (Inglaterra)

Ajax: Van der Sar, Frank de Boer, Reiziger, Bogarde, Blind, Ronald de Boer, Davids, Litmanen (Reuser, aos 94m) Finidi, Kluivert, Overmars (Kanu, aos 68m). Treinador: Louis Van Gaal.

Grêmio: Danrlei, Arce, Rivarola, Adílson, Roger, Dinho, Luís Carlos Goiano, Arílson (Luciano, aos 61m), Carlos Miguel (Gélson, aos 97m), Paulo Nunes, e Jardel (Magno, aos 78m). Treinador: Luiz Felipe Scolari.
Não tão sedutor quanto o lendário Ajax de Johan Cruyff, mas de igual modo brilhante, eis o Ajax dos anos 90 guiado pelos meninos do então jovem treinador Louis Van Gaal 

Vídeo: AJAX - GRÊMIO

Nomes e números da Taça Intercontinental (33)... 1994

TAÇAINTERCONTINENTAL

Ano de 1994
O Milan - agora na qualidade de campeão europeu - voltava a socumbir em Tóquio, desta feita ante os argentinos do Vélez Sarsfield, cuja maior estrela era o guarda-redes paraguaio José Luis Chilavert. O técnico argentino Carlos Bianchi dava aqui o primeiro passo rumo à história, já que esta seria a primeira das três taças intercontinentais que arrecadou ao longo da sua carreira, e que faraim dele o treinador mais titulado da história da competição.

Vélez Sarsfield (Argentina) - Milan (Itália): 2-0

Data: 1 de dezembro de 1994
Estádio: Nacional de Tóquio (Japão)
Árbitro: José Torres Cadena (Colômbia)

Vélez Sarsfield: José Luis Chilavert, Roberto Luis Trotta, Raúl Ernesto Cardozo, Héctor Almandoz, Víctor Hugo Sotomayor, Marcelo Adrián Gómez, Christian Hugo Bassedas, José Horacio Basualdo, Roberto Fabián Pompei, Omar Andrés Asad, e José Oscar Flores. Treinador: Carlos Bianchi.

Milan: Rossi, Tassotti, Baresi, Costacurta, Maldini, Albertini, Donadoni, Desailly, Boban, Savicevic (Simone, aos 60m), e Massaro (Panucci, aos 86m). Treinador: Fabio Capello.

Golos: 1-0 (Trotta, aos 50m), 2-0 (Asad, aos 57m).
Medo foi uma palavra que não fez parte do vocabulário do então praticamente desconhecido - no plano extra-continental - Vélez Sarsfield, equipa que lutou de igual para igual com o gigante Milan. E no final, saiu vencedor (!) contra todas as previsões iniciais. A taça voltava assim à Argentina oito anos depois de o River Plate a ter conquistado para a nação das Pampas. 

Vídeo: VÉLEZ SARSFIELD - MILAN

Nomes e números da Taça Intercontinental (32)... 1993

TAÇA INTERCONTINENTAL

Ano de 1993
Ronaldão e Zetti beijam a Taça Intercontinental que o São Paulo tinha acabado de conquistar ante o vicecampeão europeu, o Milan, que chegava a Tóquio para substituir o detentor da Taça dos Campeões Europeus, o Marselha, equipa que havia sido banida pela UEFA em consequência do escândalo da combinação de resultados na edição de 92/03 da recém nascida Liga dos Campeões.
São Paulo (Brasil) - Milan (Itália): 3-2

Data: 12 de dezembro de 1993
Estádio: Nacional de Tóquio (Japão)
Árbitro: Joel Quiniou (França)

São Paulo: Zetti, Cafú, Válber, Ronaldo, André, Doriva, Dinho, Toninho Cerezo, Leonardo, Palhinha (Juninho, aos 64m), e Muller. Treinador: Telê Santana.

Milan: Rossi, Panucci, Costacurta, Baresi, Maldini, Albertini (Orlando, aos 79m), Desailly, Donadoni, Massaro, Papin, e Raducioiu (Tassotti, aos 79m). Treinador: Fabio Capello.

Golos: 1-0 (Palhinha, aos 19m), 1-1 (Massaro, aos 48m), 2-1 (Cerezo, aos 59m), 2-2 (Papin, aos 81m), 3-2 (Muller, aos 88m)
Com o emocionante triunfo sobre o Milan, o São Paulo era o segundo clube brasileiro a sagrar-se bi-campeão mundial de clubes. O primeiro havia sido o Santos, na década de 60. 
O São Paulo de 1993 já não tinha Raí, mas tinha outros jogadores de inegável talento, casos de Zetti, Doriva, Palhinha, Muller, Leonardo, e o veterano Cerezo.
Vídeo: SÃO PAULO - MILAN

Nomes e números da Taça Intercontinental (31)... 1992

TAÇA INTERCONTINENTAL

Ano de 1992
Um Ferrari! Foi assim que o lendário Johan Cruyff classificou o São Paulo, equipa que em 1992 deu um show de bola ao dream team do Barcelona numa das mais empolgantes finais da história da Taça Intercontinental. Show de bola para o qual muito contribuiu a fantástica exibição do irmão mais novo da lenda canarinha Sócrates, de nome Raí, jogador tecnicamente sublime que após esta final saiu para o futebol europeu, para defender as cores do Paris SG.
São Paulo (Brasil) - Barcelona (Espanha): 2-1

Data: 13 de dezembro de 1992
Estádio: Nacional de Tóquio (Japão)
Árbitro: Juan Carlos Loustau (Argentina)

São Paulo: Zetti, Vitor, Adílson, Ronaldo, Pintado, Ronaldo Luiz, Muller, Toninho Cerezo (Dinho, aos 83m), Palhinha, Raí, e Cafú. Treinador: Telê Santana.

Barcelona: Zubizarreta, Ferrer, Guardiola, Koeman, Eusebio, Bakero (Goikoetxea, aos 51m), Amor, Stoitchkov, Laudrup, Witschge, e Beguiristain (Nadal, aos 79m). Treinador: Johan Cruyff.

Golos: 0-1 (Stoichkov, aos 12m), 1-1 (Raí, aos 27m), 2-1 (Raí, aos 78m)
Além da super-estrela da equipa, Raí, o tricolor paulista tinha na sua equipa outro nome consagrado do futebol brasileiro, Toninho Cerezo, um dos artistas da inesquecível seleção do Brasil que 10 anos antes havia maravilhado o planeta no Campeonato do Mundo de Espanha. Para além de Cerezo essa mítica seleção canarinha de 1982 e o artístico São Paulo do início da década de 90 tinham outro ponto em comum: o treinador Telê Santana, um dos maiores mestres da tática da história do jogo.

Vídeo: SÃO PAULO - BARCELONA

Nomes e números da Taça Intercontinental (30)... 1991

TAÇA INTERCONTINENTAL

Ano de 1991
Foi o derradeiro lampejo da Jugoslávia enquanto nação futebolística, um país que ao longo de décadas a fio escreveu algumas das mais brilhantes páginas da história do futebol. Este último capítulo dourado seria escrito pelo Estrela Vermelha de Belgrado, equipa que alguns meses antes havia subido ao trono do futebol continental após derrotar o milionário Marselha na final da Taça dos Campeões Europeus. Esta foi, quiçá, a equipa mais virtuosa história do clube dos Balcãs, onde pontificavam nomes como Darko Pancev, Sinisa Mihajlovic, Miodrag Belodedici, ou o génio Dejan Savicevic.
Estrela Vermelha (Jugoslávia) - Colo-Colo (Chile): 3-0

Data: 8 de dezembro de 1991
Estádio: Nacional de Tóquio (Japão)
Árbitro: Kurt Rothlisberger (Suíça)

Estrela Vermelha: Milojevic, Belodedici, Radinovic, Najdoski, Vasilijevic, Mihajlovic, Stosic, Jugovic, Ratkovic, Savicevic, e Pancev. Treinador: Vladimir Popovic.

Colo-Colo: Morón, Garrido, Margas, Miguel Ramírez (Rubio, aos 60m), Salvatierra (Dabrowski, aos 65m), Mendoza, Vilches, Barticciotto, Pizarro, Yánez, e Martínez. Treinador: Mirko Jozic.

Golos: 1-0 (Jugovic, aos 19m), 2-0 (Jugovic, aos 58m); 3-0 (Pancev, aos 72m)
Os chilenos do Colo-Colo não tiveram argumentos para travar a armada dos Balcãs, que em Tóquio erguia o segundo troféu internacional da sua história
Vídeo: ESTRELA VERMELHA - COLO-COLO

Nomes e números da Taça Intercontinental (29)... 1990

TAÇA INTERCONTINENTAL

Ano de 1990
Já com outra das suas super-estrelas no onze, neste caso Ruud Gullit - ausente da final do ano anterior -, o Milan não teve quaisquer dificuldades em levantar a Taça Intercontinental de 1990, já que pela frente encontrou um frágil Olimpia de Assunción

Milan (Itália) - Olimpia (Paraguai): 3-0

Data: 9 de dezembro de 1990
Estádio: Nacional de Tóquio (Japão)
Árbitro: José Roberto Wright (Brasil)

Milan: Pazzagli, Baresi, Tassotti, Costacurta, Maldini (Galli, aos 22m), Carbone, Donadoni (Gaudenzi, aos 82m), Rijkaard, Stroppa, Gullit, e Van Basten. Treinador: Arrigo Sacchi.

Olimpia: Almeida, Fernández, Cáceres, Guasch, R. Ramírez (Chamac, aos 48m), Suárez, Hoyn (Cubilla, aos 68m), Balbuena, Monzón, Amarilla, e Samaniego. Treinador: Luis Cubilla.

Golos: 1-0 (Rijkaard, aos 43m), 2-0 (Stroppa, aos 62m), 3-0 (Rijkaard, aos 65m)
Ao alcançar o bi-campeonato mundial de clubes o Milan igualava o registo do vizinho e inimigo Inter, que em 1964 e 1965 logrou vencer duas taças intercontinentais consecutivas
Vídeo: MILAN - OLIMPIA

Nomes e números da Taça Intercontinental (28)... 1989

TAÇA INTERCONTINENTAL

Ano de 1989
Recheado com algumas das maiores estrelas do futebol planetário da década de 80, casos de Franco Baresi, Roberto Donadoni, Paolo Maldini, Frank Rijkaard, ou Marco van Vasten, o poderoso Milan sentiu enormes dificuldades para bater a primeira equipa colombiana a lograr atingir a final da Taça Intercontinental, o Atlético Nacional, emblema este cuja maior estrela era el loco portero... René Higuita
Milan (Itália) - Atlético Nacional (Colômbia): 1-0 (após polongamento)

Data: 1 de dezembro de 1989
Estádio: Nacional de Tóquio (Japão)
Árbitro: Erik Fredriksson (Suécia)

Milan: Galli, Tassotti, Maldini, Fuser (Evani, aos 65m), Costacurta, Baresi, Donadoni, Van Basten, Ancelotti, Rijkaard, e Massaro (Simone, aos 70m). Treinador: Arrigo Sacchi.

Atlético Nacional: Higuita, Escobar, Gómez, Cassiani, Herrera, Pérez, Arango (Restrepo, aos 46m), Alvarez, Alboleda (Usuriaga, aos 46m), García, e Trellez. Treinador: Paco Maturana.

Golo: 1-0 (Evani, aos 119m)
Um golo solitário de Evani a um minuto do final do prolongamento acabou com o sonho colombiano, que teve na muralha Higuita o segredo para parar os muitos e variados ataques milanistas ao longo do jogo
Em cima da esquerda para a direita: Galli, Maldini, Van Basten, Ancelloti, Rijkaard, e Massaro. Em baixo, pela mesma ordem: Costacurta, Baresi, Donadoni, Fuser e Tassotti. Eis o onze base famoso Milan de finais da década de 80 e principios da década de 90, uma das mais lendárias equipas da história do futebol

Vídeo: MILAN - ATLÉTICO NACIONAL

Nomes e números da Taça Intercontinental (27)... 1988

TAÇA INTERCONTINENTAL

Ano de 1988
A taça estava de volta a Montevideu, pela mão do Nacional, que após uma dramática vitória nas grandes penalidades diante do campeão da Europa, o PSV Eindhoven, conquistava a sua terceira coroa mundial, igualando assim o velho e eterno rival Peñarol na lista de campeões desta competição
Nacional (Uruguai) - PSV Eindhoven (Holanda): 2-2 (7-6 nas grandes penalidades)

Data: 11 de dezembro de 1988
Estádio: Nacional de Tóquio (Japão)
Árbitro: Jesús Díaz (Colômbia)

Nacional: Seré, Gómez, De León, Revélez, Saldanha, Ostolaza, Vargas (Morán, aos 71m), Lemos, De Lima, Cardaccio (Carreno, aos 113m), e Castro. Treinador: Roberto Fleitas.

PSV Eindhoven: Van Breukelen, Gerets, Koot, Koeman, Heintze (Valckx, aos 86m), Lerby, Van Aerle, Vanenburg (Gillhaus, aos 69m), Romário, Kieft, e Ellerman. Treinador: Guus Hiddink.

Golos: 1-0 (Ostolaza, aos 7m), 1-1 (Romário, aos 75m), 1-2 (Koeman, aos 110m), 2-2 (Ostolaza, aos 119m)
Foi emocionante a vitória do Nacional em 1988. A um minuto do fim do prolongamento a festa era feita pelos holandeses, que começavam a vislumbrar a Taça Intercontinental no seu horizonte. Liderados pelo génio de Romário, coadjuvado por lendas como Ronald Koeman, Hans Van Breukelen, Eric Gerets, ou Win Keift, o PSV não conseguiu, no entanto, suster a garra charrúa - tão característica do futebol uruguaio - nos instantes finais do duelo, tendo Ostalaza levado à loucura o adeptos nacionalistas poucos segundos antes do árbitro colombiano Jesús Díaz levar pela última vez o apito à boca. Na lotaria das grandes panalidades Berry Van Aerle falhou o derradeiro tiro ao alvo da sua equipa, oferecendo assim a taça aos uruguaios.
O Nacional de Montevideu que entrou no Estádio Nacional de Tóquio em 1988
Vídeo: NACIONAL - PSV

Nomes e números da Taça Intercontinental (26)... 1987

TAÇA INTERCONTINENTAL 

Ano de 1987
Pode não ter sido a final mais emocionante (ao nível de futebol jogador) da longa história da Taça Intercontinental, mas foi, quiçá, a mais célebre pelas condições em que foi jogada. Pelo menos na opinião dos portugueses, que viram o FC Porto sagrar-se campeão mundial debiaxo de uma tempestade de... neve! Na tarde de 13 de dezembro de 1987 o verde do relvado do Estádio Nacional de Tóquio transformou-se numa enorme passadeira branca que conduziu os portistas ao trono do planeta.
FC Porto (Portugal) - Peñarol (Uruguai): 2-1 (após prolongamento)

Data: 13 de dezembro de 1987
Estádio: Nacional de Tóquio (Japão)
Árbitro: Franz Wohrer (Áustria)

FC Porto: Mlynarczyk, João Pinto, Inácio, Lima Pereira, Rui Barros (Quim, aos 61m), Geraldão, Jaime Magalhães, Madjer, Sousa, Gomes, e André. Treinador: Tomislav Ivic.

Peñarol: Pereira, Rotti, Trasante, Herrean (Gonsalves, aos 95m), Domínguez, Perdomo, Da Silva, Aguirre, Vidal, Cabrera (Matosas, aos 46m), e Vier. Treinador: Óscar Tabárez.

Golos: 1-0 (Gomes, aos 42m), 1-1 (Viera, aos 80m), 2-1 (Madjer, aos 110m)
Futebol - jogado - pouco se viu, não por culpa dos 22 (mais os suplentes) bravos jogadores que debaixo de condições climatéricas nunca dantes vistas numa final de uma prova internacional deram o seu melhor num campo de futebol coberto de neve. Valeu um golpe de génio do... genial avançado argelino Rabah Madjer, que no prolongamento desfez a igualdade com um pontapé do meio da rua que levou o esférico a caminhar lentamente sobre a água e a lama que havia tomado conta do relvado da sala de visitas do futebol nipónico. 

Estes foram os onze heróis do FC Porto que a 13 de dezembro de 1987 conquistaram a primeira Taça Intercontinental da história do clube, e a primeira da história do futebol português.

Vídeo: FC PORTO - PEÑAROL


 

Lista de Campeões... Taça das Nações Asiáticas



É a segunda competição continental ao nível de seleções mais antiga do planeta, logo a seguir à Copa América, tendo sido inaugurada no ano de 1956, altura em que Hong Kong acolheu quatro equipas que lutaram entre si pela primeira Taça das Nações Asiáticas. De lá para cá sete países levaram para casa o troféu (que pode ser visto em cima) de campeão asiático, sendo o mais titulado o Japão, que venceu a prova em quatro edições. O torneio disputa-se de quatro em quatro anos, sendo que em 2015 disputou-se pela primeira vez fora do continente, já que a Austrália, que desde 2006 passou a ser membro da Confederação Asiática de Futebol - o organismo responsável pela edificação do certame - foi o palco do evento. Facto curioso na história da competição ocorreu em 2007, altura em que quatro países organizaram em conjunto o campeonato asiático de seleções. Em seguida fiquemos com a lista de campeões da Taça das Nações Africanas. 

Qatar 2023 - Vencedor: QATAR
Emirados Árabes Unidos 2019 - Vencedor: QATAR
Austrália 2015 - Vencedor: AUSTRÁLIA
Qatar 2011 - Vencedor: JAPÃO
Indonésia/Malásia/Tailândia/Vietname 2007 - Vencedor: IRAQUE
China 2004 - Vencedor: JAPÃO
Líbano 2000 - Vencedor: JAPÃO
Emirados Árabes Unidos 1996 - Vencedor: ARÁBIA SAUDITA
Japão 1992 - Vencedor: JAPÃO
Qatar 1988 - Vencedor: ARÁBIA SAUDITA
Singapura 1984 - Vencedor: ARÁBIA SAUDITA
Kuwait 1980 - Vencedor: KUWAIT
Irão 1976 - Vencedor: IRÃO
Tailândia 1972 - Vencedor: IRÃO
Irão 1968 - Vencedor: IRÃO
Israel 1964 - Vencedor: ISRAEL
Coreia do Sul 1960 - Vencedor: COREIA DO SUL
Hong Kong 1956 - Vencedor: COREIA DO SUL