sexta-feira, junho 12, 2026
Flashes do Canadá/E.U.A./México 2026 (2)...
Flashes do Canadá/E.U.A./México 2026 (1)...
quinta-feira, junho 11, 2026
Flashes Biográficos (18)... Filó Guarisi
Muito antes do Brasil conquistar a sua primeira estrela de campeão mundial, em 1958, já um cidadão brasileiro havia vencido o troféu mais cobiçado do Planeta do Futebol. Facto ocorrido em 1934, ano em que a Itália acolheu a segunda edição do Campeonato do Mundo, um certame que teve a mão marota do fascismo imposto pelo ditador Benito Mussolini, o qual manipulou tudo o que dizia respeito à competição da FIFA no sentido de levar a Squadra Azzurra ao título, o que viria inevitavelmente a acontecer. Ações como escolher os árbitros dos jogos da Itália, selecionar os estádios onde a sua seleção iria jogar, ou intimidar os próprios jogadores do combinado nacional italiano – conta-se que no dia da final terá enviado um telegrama ao selecionador e jogadores onde se lia “vitória ou morte” – terão sido levadas a cabo por Il Duce neste segundo Mundial da FIFA. Outra medida permitida pelo ditador prendeu-se com a naturalização de jogadores estrangeiros, com a finalidade de fortalecer a equipa nacional. Mussolini contornou as leis da nacionalidade que então vigoravam em Itália e permitiu que cinco futebolistas estrangeiros representassem a Nazionale italiana no Mundial de 1934. Cinco jogadores que tinham ascendência transalpina e que na época atuavam no campeonato italiano. Estes futebolistas ficariam conhecidos como os oriundi. Eram eles Luis Monti, Raimundo Orsi, Enrique Guaita, Attilio Demaría e Filó Guarisi. Os quatro primeiros eram argentinos, sendo que Filó era brasileiro. O tal nativo de Terras de Vera Cruz que se viria a sagrar campeão do Mundo muito antes do escrete canarinho o ser na Suécia, em 58, por influência de Pelé, Garrincha e companhia.
Anfilóquio Guarisi Marques, ou simplesmente Filó – para o Mundo da Bola – nasceu em São Paulo um dia depois do Natal de 1905 e era filho de uma imigrante italiana e do… português Manuel Augusto Marques, o segundo presidente da história da Portuguesa de Desportos. Foi esta figura que levou Filó para o futebol, precisamente para a Portuguesa, o primeiro clube que revelou um habilidoso e rápido extremo-direito, que logo chamou à atenção dos maiores clubes paulistas. No campeonato estadual de 1924 entrou na história da Portuguesa ao apontar os cinco golos da sua equipa no empate com o Brás. Após ter representado a Lusa entre 1922 e 1924, juntou-se um ano mais tarde ao astro Arthur Friedenreich no Paulistano, ao serviço do qual venceu dois campeonatos paulistas. A habilidade de Filó não passou despercebida aos responsáveis da seleção brasileira, que em 1925 o convocam para integrar a seleção que disputou em Buenos Aires o Campeonato Sul-Americano – atual Copa América – daquele ano. Filó atuou como titular nos quatro encontros realizados pelo Brasil na competição, tendo apontado um golo diante da do Paraguai. Em 1929 transfere-se para o gigante Corinthians. Nesse ano ajudou o emblema alvinegro a revalidar o título de campeão estadual num registo 100 por cento vitorioso, isto é, em sete jogos venceu outros tantos. Em 1925 ajuda ainda o Coringão a vencer a sua primeira partida internacional, ante os argentinos do Barracas. Um ano mais tarde é peça preponderante na conquista do tri-campeonato paulista pelo Corinthians, e era já, naturalmente, um dos futebolistas paulistas de maior nomeada a nível nacional. Não foi de estranhar que o seu nome estivesse na órbita para integrar a seleção nacional que iria ao Uruguai disputar o primeiro Mundial da história. Porém, a guerra entre as confederações paulista e carioca fez com que os primeiros fizessem um boicote no que toca a representar o Brasil no Mundial de 1930, originando que a seleção fosse na sua esmagadora maioria integrada por futebolistas oriundos do Rio de Janeiro – a exceção foi o paulista Araken Patusca.
Mas a ausência de Filó do grande palco mundial seria adiada por apenas quatro anos. Em 1931 ele não resistiu ao convite do já profissional futebol italiano para deixar o ainda amador futebol brasileiro. Rumou então a Roma para representar a Lazio, onde cedo deu nas vistas com os seus dribles curtos e fantasistas aliado a uma notável veia goleadora. No clube laziale teve a companhia dos seus compatriotas De Maria, Del Debbio, Rato Castelli, Pepe Rizzetti, André Tedesco, Ninão Fantoni, Amílcar Barbuy e Enzio Serafini, que consigo fizeram a longa travessia no Atlântico. As excelentes exibições de Filó aliadas ao sobrenome italiano – Guarisi – por parte da sua mãe fizeram com que em 1932 fosse chamado pela primeira vez por Vittorio Pozzo à seleção transalpina. Foi ante a Grécia e logo na estreia Filó apontou um golo. O seu nome iria figurar então no grupo que defendeu a Itália no Mundial de 1934, tendo Filó atuado a titular no primeiro jogo da caminhada triunfal, ante o Estados Unidos da América, que terminou com a vitória italiana por 7-1. Depois disso, viu do banco os seus companheiros guiarem a Squadra Azzurra até ao título… com a ajuda de Mussolini, por claro. Em 1937 deixa a Lazio e a Itália para regressar ao Corinthians, ainda a tempo de vencer mais um campeonato paulista – em 1939 –, tendo em 1940 pendurado as chuteiras ao serviço do Palmeiras. O primeiro campeão do Mundo brasileiro iria falecer em 8 de junho de 1974, já depois de ter visto o seu país natal conquistar coletivamente três campeonatos do Mundo.
segunda-feira, junho 08, 2026
Flashes do Estónia 2026/Europeu de Sub-17 (15)...
sexta-feira, junho 05, 2026
Flashes do Estónia 2026/Europeu de Sub-17 (14)...
Meias-finais
Itália - Espanha: 1-1 (4-2 nas grandes penalidades)
Golos: Croci / Urrestarazu
Azzurrini vão em busca do seu segundo título neste escalão...
Flashes do Estónia 2026/Europeu de Sub-17 (13)...
Meias-finais
Bélgica - França: 2-1
Golos: Seke, Benktib / Gadou
Diabos Vermelhos fazem história ao alcançar a sua primeira final de um Euro sub-17...
terça-feira, junho 02, 2026
Flashes do Estónia 2026/Europeu de Sub-17 (12)...
Grupo B / 3.ª Jornada
França - Montenegro: 5-0
Golos: Loufoundou, Batola, Meite, Dago, Doganay
Com chapa 5 assim se abriu a porta das meias-finais...
Flashes do Estónia 2026/Europeu de Sub-17 (11)...
Grupo B / 3.ª Jornada
Dinamarca - Itália: 3-3
Golos: Hansen, Ekstrand, Khatar / Biondini, Dattilo, Donato
Escorregadela no gelo nórdico não impede Azzurrini de vencer o grupo...
segunda-feira, junho 01, 2026
Flashes do Estónia 2026/Europeu de Sub-17 (10)...
Flashes do Estónia 2026/Europeu de Sub-17 (9)...
Grupo A / 3.ª Jornada
Espanha - Croácia: 2-3
Golos: Sanchez, Alves / Dedic (3)
Vitória com sabor a derrota para uma Croácia que diz adeus ao Euro...
domingo, maio 31, 2026
Flashes do Estónia 2026/Europeu de Sub-17 (8)...
Grupo B / 2.ª Jornada
Montenegro - Itália: 0-3
Golos: Ballarin, Corigliano, Fugazzola
Nova exibição categórica coloca Azzurrini na fase seguinte do Euro...
Flashes do Estónia 2026/Europeu de Sub-17 (7)...
sexta-feira, maio 29, 2026
Flashes do Estónia 2026/Europeu de Sub-17 (6)...
Grupo A / 2.ª Jornada
Espanha - Bélgica: 1-0
Golo: Badgi
Golaço de Badji abre a porta das meias-finais a La Rojita...
Flashes do Estónia 2026/Europeu de Sub-17 (5)...
Grupo A / 2.ª Jornada
Estónia - Croácia: 1-3
Golos: Visse / Skafar (2), Benkotic
11 anos depois, croatas voltam a vencer um jogo num Europeu de sub-17...
quarta-feira, maio 27, 2026
Flashes do Estónia 2026/Europeu de Sub-17 (4)...
Grupo B / 1.ª Jornada
Montenegro - Dinamarca: 1-2
Golos: Dokaj / Hansen, Khatar
Jovens vikings afundam barco montenegrino na estreia...
Flashes do Estónia 2026/Europeu de Sub-17 (3)...
Grupo B / 1.ª Jornada
Itália - França: 1-0
Golo: Perillo
Numa luta de galos (candidatos ao título) venceu aquele que se exibiu melhor...
terça-feira, maio 26, 2026
Flashes do Estónia 2026/Europeu de Sub-17 (2)...
Grupo A / 1.ª Jornada
Estónia - Espanha: 1-4
Golos: Neltsas / Mikel, Mayans, Alves, Tunkara
Anfitriões eclipsados pelo show de La Rojita...
Flashes do Estónia 2026/Europeu de Sub-17 (1)...
Grupo A / 1.ª Jornada
Croácia - Bélgica: 0-2
Golos: Driessen, Moorthamer
Primeiro quarto de hora diabólico dos jovens Diabos Vermelhos valeu triunfo...
quinta-feira, maio 21, 2026
Jogos Memoráveis (12)... Estrela da Amadora - Neuchâtel Xamax (Taça das Taças 1990/91)
Nenhum outro clube na história do futebol português conseguiu alcançar a Europa após tão curta estadia na 1.ª Divisão Nacional como o Estrela da Amadora na transição da década de 80 para a de 90. O Estrelinha, como é carinhosamente tratado o emblema tricolor pelas gentes da Amadora, chegou pela primeira vez à elite do futebol luso na temporada de 88/89 e somente duas temporadas mais tarde já inscrevia o seu nome na alta roda do futebol europeu, mais precisamente na Taça das Taças. Tal ascensão meteórica se ficou a dever aquele que é provavelmente o maior feito da história do Estrela: a conquista da Taça de Portugal na época de 89/90. Facto que permitiu ao clube da Reboleira participar na época seguinte nas provas europeias. O clube amadorense vivia ainda num período de luto após o falecimento (em 1989) do homem que tornou o pequeno Estrelinha no grande Estrela da década de 90, José Gomes. Assumiu o comando dos tricolores a meio da década de 70, quando o clube estava nos campeonatos distritais de Lisboa guiando-o na década seguinte até ao topo do futebol português. Quem também já não estava no clube aquando da entrada na Europa era João Alves, o homem (treinador) que na relva sagrada do Estádio Nacional havia a 3 de junho de 1990 arquitetado o triunfo sobre o Farense (na finalíssima) na Prova Rainha do Desporto Rei lusitano. Para o substituir chegou uma lenda que havia pendurado as chuteiras não muito tempo antes e que dava os primeiros passos como treinador: Manuel Fernandes. E na sua equipa técnica figurava um jovem preparador físico de 27 anos de idade que pouco mais de uma década mais tarde haveria de se tornar num dos maiores (e titulados) técnicos da história do futebol mundial, José Mourinho de seu nome. 19 de setembro de 1990 é, pois, a primeira de muitas noites europeias que aquele que seria eternizado como o Special One iria vivenciar ao longo da sua brilhante carreira de treinador, embora naquela longínqua noite de final de verão o tenha feito na condição de técnico-adjunto de Manuel Fernandes.
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| O jovem José Mourinho no banco do Estrela |
O batismo europeu do Estrelinha deu-se perante uma equipa mais experiente nas andanças europeias, os helvéticos do Neuchâtel Xamax, um conjunto que que aterrava em solo nacional repleto de vários jogadores internacionais (pelos seus respetivos países) e que era orientado por um treinador que dava os primeiros passos de uma carreira de sucesso no mundo da bola, o inglês Roy Hodgson. Por tudo isto (e mais alguma coisa) os suíços eram claramente favoritos a passar a primeira ronda da Taça das Taças. Mas na prática não foi bem assim o que se passou… inicialmente no relvado do Estádio José Gomes. Contando com um forte apoio nas bancas do Estrela esqueceu que era novato nestas andanças e sem medo do categorizado Neuchâtel Xamax cedo partiu em direção à baliza do titular da seleção helvética, Marco Pascolo, com Ricky a dar o primeiro sinal de aviso. Faltou, porém, serenidade ao avançado nigeriano não só naquele como noutros lances que se seguiram para fazer estragos nas redes contrárias. De facto, e como deu conta a crónica elaborada pelo Jornal de Notícias (JN), os avançados do Estrela naquela noite, Ricky e Abel Campos, pecaram pela inoperância ofensiva, uma «pecha que se manifesta amiudamente nas equipas portuguesas», conforme recordava o JN. Apesar desta falta de habilidade ofensiva, o conjunto luso continuou a lutar para chegar ao golo, graças ao empenho dos setores intermédio e defensivo. «Miranda no meio campo, Duílio e Agatão atrás, tentavam interpretar o futebol mais conveniente para este tipo de situações. Mas nem Abel nem Ricky logravam as situações de rutura conducentes ao golo», escrevia o JN. Os suíços resistiram ao entusiasmo inicial dos portugueses, e a partir dos 15 minutos da primeira parte começaram a discutir o jogo pelo jogo. Passaram a fazer marcação aos homens do meio campo do Estrela, anulando quase sempre a ação dos jogadores mais criativos do conjunto da Reboleira. E quase sempre, porque à passagem do minuto 26 o criativo Miranda resgatou uma bola no seu meio campo, rapidamente teve a visão para a colocar no lado direito em Abel, que por sua vez corre até ao interior da área com o esférico em seu poder. «Sobre a linha de fundo, cruzou, com prontidão, para o seio da grande área, onde apareceu, bem colocado, Ricky, que se limitou a empurrar a bola para o fundo da baliza do Neuchâtel», assim descrevia o JN o lance do primeiro golo europeu da história do Estrela da Amadora. Contudo, a experiência acabou por ditar leis nos minutos que se seguiram, já que os suíços mais habituados a estas andanças de sofrer e dar a volta por cima no contexto do futebol internacional, continuaram a exibir o seu futebol bem esquematizado e a disputar o jogo com o adversário, pese embora a iniciativa até ao intervalo tivesse pertencido sempre aos portugueses. Mas ainda antes do descanso a bola esteve muito perto de voltar a entrar numa das balizas, neste caso a de Vital, que aos 42 minutos não conseguiu segurar um remate forte e raso de Perret, deixando escapar o esférico para Chassot que na recarda e com tudo para marcar rematou de forma defeituosa ao lado. Mas… seria um sério aviso para o que se viria a passar na segunda metade. «Após o intervalo assistiu-se aquilo que já era esperado, isto é, a equipa suíça surgiu com outra agressividade e o Estrela passou a conhecer algumas dificuldades junto à baliza à guarda de Vital», conforme analisou o JN.
Até que numa dessas ocasiões de perigo o tento do empate surgiu. Beat Sutter, que nas palavras do diário portuense foi um “diabo à solta” na noite da Reboleira, é lançado no seu flanco esquerdo por um companheiro seu. Correu meio campo em direção à baliza estrelista e à saída de Vital rematou cruzado para restabelecer o empate quando estavam decorridos 55 minutos. Até final, o marcador não mais se iria alterar, e ao cair do pano, e pelo que haviam sido estes 90 minutos de futebol na Reboleira, poucos vaticinaram um desfecho feliz ao Estrela neste seu batismo europeu. «Bem se pode dizer que “os estrelas” de Manuel Fernandes, devido ao remate cruzado de Sutter, podem ter acabado por entregar o ouro ao bandido, já que este golo pode valer por dois e garantir a passagem do Neuchâtel Xamax à eliminatória seguinte da Taça das Taças», assim concluía o JN, que mais à frente nesta crónica, e numa apreciação ao desempenho do Estrela neste seu primeiro jogo internacional, escrevia que «o Estrela não teve uma estreia de estalo nas competições europeias, mesmo assim os homens da Reboleira mostraram que têm gente e talento para lutar até ao fim por um lugar no grande comboio europeu. Importa, isso sim que Ricky, por exemplo, não seja tão perdulário, e que também a linha defensiva tenha outra postura, e que, enfim, a sorte do jogo esteja do lado da equipa orientada por Manuel Fernandes». E a estrelinha que faltou neste primeiro jogo reacendeu-se na segunda mão, na Suíça, onde o Estrela da Amadora ao voltar a empatar a uma bola levou a decisão para as grandes penalidades, onde seria mais feliz, avançando assim para a 2.ª eliminatória da prova, onde viria a ser eliminado pelos belgas do RFC Liège. Voltando ainda à estreia do Estrela na alta roda do futebol europeu, um dos treinadores-adjuntos de Manuel Fernandes, no caso, Augusto Matine, falou à imprensa no final da partida, começando por dizer que este resultado não era o que a sua equipa pretendia. «Na primeira parte jogámos bem, mas na segunda, o reforço do meio campo dos adversários dificultou-nos a missão. (…) O Neuchâtel tinha a lição bem estudada e produziu o futebol que mais lhe convinha. O Estrela não quebrou, perdeu foi o meio campo devido os reforços que entraram para o Neuchâtel após o intervalo. Consentimos o empate em casa. Os golos fora contam a dobrar, como se sabe, mas penso que udo está ainda em aberto», foram estas algumas das palavras de Augusto Matine após este encontro (arbitrado pelo belga Alphonse Constantin) cuja ficha foi a seguinte:
Estrela da Amadora: Vital, Rui Neves, Duílio, Valério, Dimas, Agatão, Miranda (Pedro Xavier, 66), Baroti (Paulo Jorge, 76), Paulo Bento, Abel Campos e Ricky. Treinador: Manuel Fernandes.
Neuchâtel Xamax: Marco Pascolo, Peter Lonn, Régis Rothenbuhler, André Egli, Walter Fernandez, Philippe Perret, Martin Jeitziner, Christophe Bonvin, Didier Gigon (Francis Froidevaux, 68), Frédéric Chassot e Beat Sutter. Treinador: Roy Hodgson.
terça-feira, maio 12, 2026
Grandes Mestres do Jornalismo Desportivo (27)... Alves dos Santos
segunda-feira, maio 04, 2026
Lista de Campeões... UEFA Women's Europa Cup
A temporada de 2025/26 marca a estreia de uma nova competição europeia de clubes ao nível do futebol feminino, a UEFA Women's Europa Cup. É uma espécie de Liga Europa na vertente feminina. Por outras palavras, é a segunda prova continental mais importante de clubes, logo a seguir à Liga dos Campeões.
quinta-feira, abril 23, 2026
Lista de Campeões... Liga dos Campeões da Ásia 2
Esta é atualmente a segunda competição de clubes mais importante do continente asiático. Embora o nome possa sugerir alguma falta de criatividade, já que na confederação daquele continente já existe uma Liga dos Campeões, esta é digamos que uma competição distinta, ou seja, se olharmos à escala europeia podemos equipará-la à Liga Europa. A designação atual - AFC Champions League Two - foi dada na temporada de 2024/25, já que antes a prova era denominada de AFC Cup. Seguidamente apresentamos os campeões desta competição.
2020: Não se realizou devido à Covid-19
sexta-feira, abril 17, 2026
Lista de Campeões... Albânia





































































































