quarta-feira, julho 28, 2021

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (24)

Grupo D / 3.ª jornada

Arábia Saudita - Brasil: 1-3

Golos: Al-Amri / Richarlison (2), Matheus Cunha

Embalado pelo samba do goleador Richarlison escrete avança com naturalidade para a fase seguinte...

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (23)

Grupo D / 3.ª jornada

Alemanha - Costa do Marfim: 1-1

Golos: Lowen / Henrichs (a.g.)

Germânicos voltam a desiludir e dizem adeus a Tóquio...

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (22)

Grupo C / 3.ª jornada

Austrália - Egito: 0-2

Golos: Yasser, Hamdi

Faraós arregaçam as mangas a tempo de construir a primeira vitória que vale a continuidade no torneio...

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (21)

Grupo C/ 3.ª jornada

Espanha - Argentina: 1-1

Golos: Merino / Belmonte

La Roja garante passagem à fase seguinte e manda favorita Argentina para casa...

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (20)

Grupo B / 3.ª jornada

República da Coreia - Honduras: 6-0

Golos: Ui-Jo (3), Doo-Jae, Jin-Ya, Kang-In

Meia dúzia de golos garantem lugar mais alto do grupo aos supersónicos coreanos...

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (19)

Grupo B / 3.ª jornada

Nova Zelândia - Roménia: 0-0

Neo-zelandeses fazem história ao avançar pela primeira vez para a fase a eliminar dos Jogos...

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (18)

Grupo A / 3.ª jornada

África do Sul - México: 0-3

Golos: Vega, Romo, Martín

Sem dificuldades mexicanos abrem a porta dos quartos (de-final)...

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (17)

Grupo A / 3.ª jornada

França - Japão: 0-4

Golos: Kubo, Sakai, Miyoshi, Maeda

Les Blues humilhados e goleados pelos anfitriões saem dos Jogos sem honra nem glória...

domingo, julho 25, 2021

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (16)

Grupo D / 2.ª jornada

Arábia Saudita - Alemanha: 2-3

Golos: Al-Najei (2) / Amiri, Ache, Uduokhai

Alemães vencem mas continuam a não convencer...

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (15)

Grupo D / 2.ª jornada

Costa do Marfim - Brasil: 0-0

Elefantes africanos anulam a magia do escrete canarinho...

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (14)

Grupo C / 2.ª jornada

Egito - Argentina: 0-1

Golo: Medina

Argentina já sabe o que é vencer em Tóquio...

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (13)

Grupo C / 2.ª jornada

Austrália - Espanha: 0-1

Golo: Oyarzabal

La Roja sofre para alcançar a primeira vitória nas Olimpíadas de Tóquio...

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (12)

Grupo B / 2.ª jornada

Nova Zelândia - Honduras: 2-3

Golos: Cacace, Wood / Palma, Obregón Jr., Rivas

Hondurenhos selam triunfo importante em cima da meta...

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (11)

Grupo B / 2.ª jornada

Roménia - República da Coreia: 0-4

Golos: Kang-In (2), Won-Sang, Marin (a.g.)

Coreanos relançam corrida ao apuramento após goleada à Roménia...

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (10)

Grupo A / 2.ª jornada

Japão - México: 2-1

Golos: Kubo, Doan / Alvarado

Nipónicos voltam a vencer pela margem mínima e estão com pé e meio na fase seguinte...

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (9)

Grupo A / 2.ª jornada

França - África do Sul: 4-3

Golos: Gignac (3), Savanier / Kodisang, Makgopa, Mokoena

Gignac foi herói num jogo de loucos...

quinta-feira, julho 22, 2021

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (8)

Grupo D / 1.ª jornada

Brasil - Alemanha: 4-2

Golos: Richarlison (3), Paulinho / Amiri, Ache

Resultado até acaba por ser macio para uma Alemanha tão desorganizada e atabalhoada... 

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (7)

Grupo D / 1.ª jornada

Costa do Marfim - Arábia Saudita: 2-1

Golos: Al-Amri, Kessié / Al Dawsari

Sauditas foram um osso duro de roer mas no final os elefantes africanos confirmaram o favoritismo... 

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (6)

Grupo C / 1.ª jornada

Egito - Espanha: 0-0

Favorita Espanha não vai além de um nulo ante os frágeis faraós... 

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (5)

Grupo C / 1.ª jornada

Argentina - Austrália: 0-2

Golos: Wales, Tilio

Quem diria que os modestos Socceroos iriam protagonizar o primeiro grande escândalo das Olimpíadas ao bater a favorita Argentina?... 

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (4)

Grupo B / 1.ª jornada

Nova Zelândia - República da Coreia: 1-0

Golo: Wood

Chris Wood desatou o nó do equilíbrio oferecendo uma surpreendente vitória ao seu país... 

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (3)

Grupo B / 1.ª jornada

Honduras - Roménia: 0-1

Golo: Oliva (a.g.)

Infelicidade de Elvin Oliva em cima do descanso garante triunfo aos europeus...

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (2)

Grupo A / 1.ª jornada

Japão - África do Sul: 1-0

Golo: Kubo

Anfitriões suaram para levar de vencidos os Bafana-Bafana...

Flashes Olímpicos/Tóquio 2020 (1)

Grupo A / 1.ª jornada

México - França: 4-1

Golos: Vega, Córdova, Antuna, Aguirre / Gignac

Goleada com cheiro a surpresa na abertura do torneio olímpico de Tóquio... 

Arquivos do Futebol Português (17)...

Edifício/sede da AFL
Em 1911 dá-se a novidade de pela primeira vez em Portugal se cobrarem ingressos para assistir aos jogos de futebol. Mas ainda antes disto a Liga Portuguesa de Futebol (LFP) desaparece, fruto dos sucessivos tumultos que assolavam o futebol lisboeta de então. A indisciplina reinava nas relações entre clubes, causadas por queixas contra árbitros, ou decisões da LPF. Os regulamentos raramente eram cumpridos. Os jogadores mudavam de camisola quando bem lhes apetecesse, os clubes desistiam a meio das provas, além de que a segurança não existia numa época em que as rivalidades levavam os adeptos a ultrapassar a fronteira que separa os bons costumes da selvajaria. Tumulto cujo ponto final foi colocado a 23 de setembro desse longínquo ano de 1910, dia em que nasce a Associação de Futebol de Lisboa (AFL), a entidade que haveria de dinamizar e remodelar o futebol associativo em Portugal dali em diante. AFL que tomou de imediato conta do Campeonato de Lisboa, tendo logo em 1910/11 chamado a si a organização do certame, que iria contar com a participação de sete clubes, nomeadamente o CIF, o Benfica, o Sporting, o Campo de Ourique, o Império, o Lisboa Football Club, e o União Belenense. Notava-se a ausência de alguns clubes históricos dos primeiros anos de futebol em Portugal, desde logo os ingleses do Carcavellos Club, que preferiam agora competir apenas em jogos particulares (!), enquanto que emblemas como o Lisbon Cricket e o Gilman desapareciam, tendo os seus valorosos atletas rumado para outras paragens. O CIF seria coroado campeão de Lisboa na temporada de 1910/11.

A equipa do FC Porto que em 1911
venceu a primeira edição da Taça Monteiro da Costa

A norte, em 1911, dá-se um terrível choque para a nação portista: morre aos 29 anos José Monteiro da Costa, nada mais nada menos do que o refundador do Football Club do Porto. Monteiro da Costa era a alma do FC Porto, tudo o que tivesse a ver com o clube chamava à sua responsabilidade, desde a constituição das equipas para os jogos até aos meros convites endereçados aos associados para assistiram aos empolgantes duelos futebolísticos. Pelo que ele representava para o clube não demorou muito a que um grupo de associados metesse mãos à obra para homenagear o reinventor do FC Porto, ao propor a instituição de um troféu, que seria denominado de Taça Monteiro da Costa, e que dali em diante iria coroar o rei do futebol nortenho. O homenageado não chegou a ver a competição em andamento, já que morreu antes do pontapé de saída. Monteiro da Costa adoece nos primeiros dias de janeiro de 1911, vindo a falecer no dia 30 desse mesmo mês com apenas 29 anos! A nação portista entra em pânico. E agora? Como é que o clube vai sobreviver sem o seu principal impulsionador, sem a sua figura central, sem a sua alma? Foram questões levantadas de imediato por associados e dirigentes do então jovem FC Porto. Temeu-se que pela segunda vez na sua história o clube fosse empurrado para uma morte prematura, medos que no entanto seriam eclipsados na Assembleia Geral de 16 de março desse ano de 1911, altura em que um punhado de seguidores do sonho de Monteiro da Costa decide continuar a aventura em memória do saudoso companheiro. E é pois nesse embalo para o futuro que se edifica a primeira edição da Taça Monteiro da Costa, ou o primeiro Campeonato do Norte, como defendem alguns historiadores desportivos. Convidados para a estreia da citada competição, cujo vencedor teria à sua espera a denominação de campeão do norte (aquém Mondego), seriam os vizinhos do Boavista e do Leixões, para além, claro, do clube anfitrião, o FC Porto, que no final acabaria por fazer a festa.

O certame abriu com um duelo entre matosinhenses e boavisteiros, a 26 de março, com os primeiros a bater sem apelo nem agrado os portuenses por 4-1. A 2 de abril entra em campo o FC Porto, cujos jogadores transportavam consigo a ambição sentimental de vencer aquele troféu tão especial. O oponente foi o Boavista. Resultado final: 3-1 para os portistas. Posteriormente, portistas e leixonenses mediriam forças no derradeiro jogo desta primeira edição da Taça Monteiro da Costa, um duelo que teve contornos de verdadeira final, pois quem vencesse seria coroado como o primeiro campeão do norte. Tal como se esperava foi um desafio muito intenso, e rezam as crónicas que o Leixões esteve várias vezes perto do golo, valendo aos portistas a magnífica exibição do seu guarda-redes, Manuel Valença. E como quem não marca sofre, o FC Porto chegaria ao golo - cujo autor se desconhece - um tento solitário que deu a primeira Taça Monteiro da Costa ao clube da Cidade Invicta, que assim se auto-proclamava o primeiro campeão nortenho do então jovem football.

Para a eternidade ficam pois os nomes dos seguintes campeões: Manuel Valença, Elísio Bessa, Vitorino Pinto, Mário Maçãs, Adelino Costa, Magalhães Bastos, José Bacelar, Camilo Moniz, Carlos Megre, João Cal, e Ivo Lemos. Jogadores treinados pelo mestre francês Adolphe Cassaigne, o homem que haveria de estar nas quatro restantes conquistas do portistas nesta prova.

A seleção nacional da AFL que em 1911 defrontou os franceses do Stade Bordelais

Também em 1991 a recém surgida AFL resolve reunir uma "seleção nacional", para enfrentar os franceses do Stade Bordelais, que a convite da associação lisboeta efetuaram três encontros em território português, um diante do CIF, outro com o Benfica, e por último ante a "seleção" da AFL. Este último desafio decorreu no dia 21 de maio, no Campo da Feiteira, em Lisboa, e a "seleção nacional", equipando de camisola azul e branca (cores da monarquia que então acabara de cair em Portugal), calção branco, e meia preta, alinhou com: Eduardo Luís Pinto Basto (CIF), Merick Barley (CIF), Henrique Costa (Benfica), William Sissener (CIF), Cosme Damião (Benfica), Artur José Pereira (Benfica), António Stromp (Sporting), Francisco Stromp (Sporting), António Rosa Rodrigues (Sporting), Carlos Sobral (CIF), e João Bentes (Sporting). Quanto ao resultado o conjunto luso esmagou o seu congénere gaulês por 5-1.

terça-feira, julho 20, 2021

Arquivos do Futebol Português (16)...

A equipa do Benfica que em 1910 venceu o seu primeiro Campeonato Regional de Lisboa

O ano de 1910 marca o fim de uma hegemonia no futebol lisboeta, marca o fim do domínio dos ingleses do Carcavellos naquele que era então o único campeonato disputado em Portugal, o Campeonato de Lisboa. E assim o foi por "culpa" do Benfica, que com a conquista do seu primeiro "regional" interrompe um ciclo vitorioso de três títulos seguidos por parte do Carcavellos. Este foi aliás um ano de ouro para os benfiquistas, que veneram ainda os títulos das segundas e terceiras categorias. O Campeonato Regional de 09/10 teve algumas peripécias dignas de registo, mais concretamente o facto de algumas equipas terem desistido a meio da "corrida", entre elas o próprio Carcavellos, que depois de derrotado pelo Benfica na 7.ª jornada da prova desistiu por uma questão de... supremacia moral! Também o CIF, repleto de ingleses, em solidariedade com os seus compatriotas sai da prova, ao passo que o Sporting segue o exemplo destes dois últimos clubes depois de discordar com a suspensão do seu guarda-redes, Augusto Freitas, que tinha agredido dois jogadores do Benfica no jogo da 9.ª jornada e que terminou com a vitória dos encarnados por 4-0. Já o Império não gostou que lhe tivessem anulado um golo diante do Benfica num jogo das terceiras categorias e também decide abandonar a competição. Naquela que foi a quarta edição do Campeonato de Lisboa só o Benfica comparece em todos os 10 jogos disputados, um facto estranho tendo em conta que o futebol lisboeta vivia uma fase de expansão. Pela primeira vez organizaram-se três campeonatos para as três categorias, tendo sido inscritos um total de dez clubes, nomeadamente o Carcavellos Club, o Sport Lisboa e Benfica, o Club Internacional de Futebol (CIF), o Sporting Club de Portugal, o Sport União Belenense, o Gilman Sporting Club, o Sport Club Império, o Football Grupo de Campo d’Ourique, o Grupo de Sport Cruz Quebrada e o Lisboa Football Club, sendo que no campeonato de 1.ª categoria inscreveram-se seis clubes: Carcavellos, Benfica, CIF, Sporting, União Belenense e Gilman. O Benfica, orientado por Cosme Damião, que além de treinador era ainda jogador e vice-presidente do clube fundado seis anos antes, somente conheceu a derrota em duas ocasiões, ante o Carcavellos na 2.ª jornada, por 0-2, e diante do CIF na 8.ª ronda, também por 0-2. Mas o grande jogo desta época foi quiçá o da vitória sobre os mestres ingleses do Carcavellos, na 7.ª jornada, por 1-0, naquela que foi a segunda vitória da história dos encarnados sobre os ingleses. Depois do triunfo obtido em 1907 o Benfica voltou a vencer os campeões em título três anos volvidos, uma vitória que aconteceu a 23 de janeiro no Campo da Feiteira perante uma multidão de 8000 espectadores. Aliás, sempre que o adversário era o Carcavellos o recinto do Benfica enchia-se de entusiastas adeptos. Nesse célebre encontro o Benfica alinhou com Alfredo Machado, Leopoldo Mocho, Henrique Costa, António Costa, Cosme Damião, Artur José Pereira, Manuel Lopes, António Meireles, Luís Vieira, Germano de Vasconcelos (autor do golo solitário nesta partida) e Josué Correia, nomes que ficam para a história do clube, pois todos eles ofereceram o primeiro título da história ao Benfica que terminou este campeonato com oito vitórias e duas derrotas.

Em 31 de julho de 1910 o clube organizou uma festa para homenagear os seus futebolistas campeões. No Restaurante Bacalhau houve almoço e a respetiva fotografia com futebolistas, dirigentes e convidados, entre eles jornalistas e com exposição dos troféus conquistados em seis anos de existência.

O misto nacional que em 1910 foi a Huelva com as cores do Sporting!

O ano de 1910 fica também marcado pela primeira saída ao estrangeiro daquela que se poderá considerar a primeira seleção nacional da história. Uma seleção nacional equipada à Sporting (!), na verdade. Foi a 27 de agosto de 1910, data que um misto de jogadores de três equipas de Lisboa, nomeadamente o Sporting, o Benfica e o Sport União Belenese, se deslocou a Espanha para jogar com o Recreativo de Huelva. Atuando com o equipamento do Sporting a seleção lisboeta, ou o Sporting reforçado com três jogadores do Benfica - entre os quais pontificava Cosme Damião - e um do Sport União Belenense - segundo muitos historiadores, venceu por 4-0 os espanhóis. A estreia desse combinado nacional resulta de um convite inicial do Recreativo daquela cidade castelhana a Eduardo Luís Pinto Basto, dirigente/atleta do Clube Internacional de Futebol (CIF). Pinto Basto sugeriu o Sporting como substituto do CIF, último clube este que por motivos desconhecidos não se mostrou disponível para viajar até Espanha, acabando o CIF e o Sporting por decidir enviar uma equipa que fosse composta por jogadores provenientes de vários clubes lisboetas. E a equipa que viajou para Huelva e bateu o Recreativo era composta por: António Bentes (Sporting), Augusto de Freitas (Sporting), Henrique Costa (Benfica), Francisco Bellas (Sport União Belenense), António Couto (Sporting), Cosme Damião (Benfica), António Rosa Rodrigues (Sporting), António Stromp (Sporting), Francisco Stromp (Sporting), e Luiz Vieira (Benfica). Reza a história que o encontro foi dominado pelos portugueses, que venceu confortavelmente com golos de Luiz Vieira, António Rosa Rodrigues e Francisco Stromp, este último autor de dois golos.

sábado, julho 17, 2021

Museus REAIS do Futebol - Sala de Troféus do Académico Futebol Clube


Há muito tempo que “namorávamos” este museu, que ansiávamos conhecer não só a história que ele guarda mas de igual modo a sua ímpar e imponente beleza. E eis que após algumas tentativas frustradas lá fomos num sábado pela manhã visitar este templo da história de um clube também ele ímpar, o Académico Futebol Clube. Situada em pleno coração da Cidade do Porto, a sala de troféus/museu do popular Académico alberga mais de 100 anos de história de uma associação eclética, fundada no ano de 1911, uma agremiação pensada e criada por estudantes e para estudantes, e que ao longo dos anos talvez por ter sangue jovem a correr nas veias adotou um espírito futurista e empreendedor que a tornariam numa das instituições mais modernas e ricas – no que toca a património – de Portugal.




Apesar de ser um clube multifacetado, com várias modalidades, foi o futebol que esteve na génese da fundação do Académico, como dava conta a edição de 28 de abril de 1911 do Jornal de Notícias. «Devido à iniciativa e boa vontade de alguns estudantes, acaba de formar-se nesta cidade um team escolar de football composto por jogadores das diferentes escolas desta cidade e que representa os estudantes do Porto em todos os desafios. Este team jogará com o nome de Team Académico do Porto…».  O Académico esteve intrinsecamente sempre ligado à burguesia portuense, e a julgar por isso o facto de nos primórdios ter aquele que era considerado o complexo desportivo mais imponente de toda a Península Ibérica. Quem não se lembra do Estádio Lima, o primeiro grande recinto desportivo de grandes dimensões no nosso país? Neste museu são possíveis vislumbrar algumas recordações desse nobre e hoje extinto estádio.



Bom, mas centremo-nos nesta visita, no qual fomos conduzido de forma extremamente simpática por José Luís Rego, Presidente do Conselho da História, Galardões e Sócios do Académico, um verdadeiro sábio no que toca à história do clube. O epicentro da nossa visita foi o Palacete do Lima, situado na Rua de Costa Cabral, onde está instalado o museu academista, um palácio imponente que resistiu aos avanços do tempo, e que mantém o seu traço histórico e antigo. Este palacete pertenceu a João António de Lima, rico capitalista da cidade no século XIX, “brasileiro” de torna viagem, que ao falecer em 18 de agosto de 1891 deixa a sua avultada fortuna e bens à sua companheira de então, Dona Luzia Joaquina Bruce, casal cujo “retrato” figura em ponto grande na entrada do salão principal de troféus. Com a morte desta senhora os terrenos onde estavam situados a Quinta do Lima e o palacete ali existente passam para as mãos da Santa Casa da Misericórdia do Porto que no futuro iria alugar o espaço ao Académico para ali se implantar o já falado complexo desportivo do Lima.



Bem, mas voltando ao museu, e apesar de o futebol ter estado na génese do clube, as vitrinas/prateleiras guardam taças, medalhas, diplomas, fotografias e outros galardões de muitas outras modalidades onde o clube se foi distinguindo ao longo da sua história. É de rara beleza a sala, ou salão, principal de troféus, com o seu teto alto e trabalhado, com mobiliário antigo, dando a sensação de estamos a entrar numa máquina do tempo rumo ao um passado longínquo. Em suma, aqui ficam algumas imagens que atestam aquela que foi uma visita inesquecível à história de um clube que marcou e marca a… História do desporto nacional.

segunda-feira, julho 12, 2021

Flashes do Euro 2020/Europa (51)...


Final

Itália - Inglaterra: 1-1 (3-2 nas grandes penalidades)

Golos: Bonucci / Shaw

53 anos depois a Itália é de novo a rainha da Europa...

quinta-feira, julho 08, 2021

Flashes do Euro 2020/Europa (50)...

Meias-finais

Inglaterra - Dinamarca: 2-1 (após prolongamento)

Golos: Kane, Kjaer (a.g.) / Damsgaard

Ingleses alcançam a sua primeira final de um Europeu de forma pouco limpa!...  

quarta-feira, julho 07, 2021

Flashes do Euro 2020/Europa (49)...

Meias-finais

Itália - Espanha: 1-1 (4-2 nas grandes penalidades)

Golos: Chiesa / Morata

Ninguém pára esta bella squadra azzurra... 

segunda-feira, julho 05, 2021

Flashes do Euro 2020/Europa (48)...

Quartos-de-final

Ucrânia - Inglaterra: 0-4

Golos: Kane (2), Maguire, Henderson

Ingleses embalados rumo ao inédito título europeu...

Flashes do Euro 2020/Europa (47)...

Quartos-de-final

República Checa - Dinamarca: 1-2

Golos: Schick / Delaney, Dolberg

Será que os vikings vão repetir a gracinha de 1992? Pelo menos estão no bom caminho...