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quinta-feira, novembro 12, 2015

Arquivos do Futebol Português (7)

Os dedos de uma só mão bastariam para contar o número de capítulos futebolísticos que foram escritos em Portugal nos dois derradeiros anos do século XIX! Por outras palavras, os jogos de futebol eram uma raridade, pelo menos a julgar pelas parcas notícias vindas a lume na imprensa da época. Em 1899 há uma única referência no jornais - mais concretamente no Diário Ilustrado - a um match de football, jogado nos terrenos anexos ao Campo Pequeno entre os teams do Club Campo de Ourique e o Clubde Santos, tendo os primeiros vencido por 1-0. No ano seguinte há relatos - também nas páginas do Diário Ilustrado - de um jogo entre o Carcavelos Club e o Lisbon, ocorrido a 1 de novembro, enquanto que no dia 15 deste mesmo mês há a referência na revista Tiro Civil de uma derrota deste mesmo Carcavelos Club diante de Lisbon Cricket por 2-0, em partida realizada no Campo da Quinta Nova. E assim, de forma muito modesta, terminou o século do jovem futebol português, que iria conhecer uma nova dinâmica no início do século XX.

terça-feira, novembro 10, 2015

Arquivos do Futebol Português (6)


O famoso team da Real Casa Pia de Lisboa que em 1898 derrotou os mestres ingleses
do Carcavelos Club

Como foi dito no último capítulo dos "Arquivos do Futebol Português (5)" até final do século XIX o futebol em Portugal viveu um período de acalmia. Os clubes nasciam quase para logo de seguida morrerem sem deixar rasto, o mesmo é dizer, uma história para contar. 1896 é um deserto em termos de acontecimentos futebolísticos, e os anos seguintes só não lhe tomaram o rasto porque eis que (finalmente) os mestres ingleses sucumbiram ante os aprendizes lusitanos. Esta de facto foi a principal novidade de dois anos pouco noticiosos no que a futebol dizia respeito, por outras palavras, a quebra de invencibilidade por parte do team inglês do Carcavelos Club, e logo em duas ocasiões. Uma invencibilidade que durava há já cinco anos (!) e que seria quebrada então pela primeira vez a 12 de fevereiro de 1897 por um grupo composto por jogadores oriundos de diversos clubes antigos de Lisboa. A partida foi disputada no reduto dos ingleses, isto é, no Campo da Quinta Nova, um dos primeiros palcos notáveis do futebol português que viu então os duros e enérgicos lusos - assim foram descritos os portugueses pelo jornal Sport -  aplicarem a primeira derrota - em cinco anos - aos de Carcavelos. 1-0 foi o resultado final.

Francisco dos Santos
Em janeiro do ano seguinte foi a vez da Real Casa Pia de Lisboa derrubar o eleven inglês na sua fortaleza, isto é, o Campo da Quinta Nova. Os casapianos venceram por 2-0, e a notícia foi recebida com profunda euforia na comunidade futebolística lusa, conforme podemos interpretar após a leitura do texto publicado na revista Tiro Civil de 1 de fevereiro de 1898 por intermédio de Valentim Machado, uma figura que havia participado na - de igual modo - histórica vitória obtida pelo grupo português cerca de um ano antes diante do Carcavelos. «Realizou-se no dia de S. Vicente uma partida de football entre o team  de Carcavelos e o grupo da Real Casa Pia. A Real Casa Pia (capitaneado pelo "back" Pedro Guedes) alinhou: - Silvestre Silva; Pedro Guedes e Januário Barreto; Emílio de Carvalho, Daniel Queirós dos Santos e António Couto; J. Tavares, A. Torres, João Persónio, David da Fonseca e Francisco dos Santos. O grupo da Casa Pia venceu por 2-0. No final do jogo ecoam palmas, bonés voam pelos ares e com razão, porque é um grupo completamente português, composto de jogadores que se fizeram em Lisboa, devido aos constantes treinos e boa vontade da parte de todos os do grupo. Viva! Três vezes viva!, pelos valentes rapazes que em tão poucos anos tanto conseguiram». 
De sublinhar que entre os casapianos figurava Francisco dos Santos, de quem o Museu Virtual do Futebol já falou noutras andanças, tratando-se do primeiro futebolista português a atuar no estrangeiro. 
Em 1897 há ainda relato de no Porto ter sido efetuado um match entre os teams do Ginásio Aveirense - capitaneado pelo seu fundador Mário Duarte - e do Real Velo Club do Porto, que integrava alguns elementos que haviam atuado na célebre partida a Cup D'El Rei, em 1894, entre eles os britânicos McMillan, Arthur Nugent ou Alberto Kendall. Vitória dos portuenses por 4-0.

Arquivos do Futebol Português (5)

Januário Barreto
O futebol arrebatava cada vez mais corações lusitanos na caminhada para o final do século (XIX). A fundação de novos grupos era um facto por estas alturas, sobretudo entre a classe escolar, que descobriam no jovem football o seu passatempo favorito para ocupar os tempos livres. Depois de o Colégio Vilar ter sido das primeiras instituições escolares lisboetas a praticar o futebol de forma organizada, outros estabelecimentos de ensino se lhe seguiram. Foi o caso da Casa Pia, cujos alunos terão começado a interpretar o belo jogo de forma oficial por volta de 1894, havendo registos da estreia dos casapianos em fevereiro desse ano, quando no Campo das Salésias enfrentaram e empataram a uma bola com o team do Académico Football Club - que representava a Escola Politécnica. Grande impulsionador do futebol na Casa Pia foi Januário Barreto, figura que haveria de ter uma preponderância vincada na evolução do futebol em Portugal nos inícios do século seguinte, quer na qualidade de jogador, de árbitro, ou de dirigente - foi, por exemplo, presidente do Sport Lisboa, da Liga Portuguesa de Futebol, ou do Conselho Fiscal do Sporting Clube de Portugal.
Com a descentralização do futebol dos terrenos do Campo Pequeno para outras zonas da cidade de Lisboa o futebol começa nesta altura a ser abraçado pelas classes mais baixas da sociedade. O que até então era um jogo elitista é agora praticado pelo povo. Há por isso notícias da fundação de vários grupos oriundos de bairros lisboetas - como Alcântara, Campo de Ourique, ou Benfica. Porém, as parcas e deficientes infraestruturas existentes para a prática da modalidade acabam por esfriar o entusiasmo, e até final do século o futebol é jogado de forma... intermitente. O futebol era contudo ainda um mero divertimento, uma brincadeira de rapazes, e talvez isso ajude igualmente a justificar o facto de não haver competições oficiais de forma regular, como foi o caso da Cup d'El Rei - jogada em 1984 entre combinados do Porto e de Lisboa - que teve vida efémera. Quem parece que levava o football a sério era a comunidade britânica instalada em terras lusas, sobretudo a de Carcavelos, onde os trabalhadores do Cabo Submarino davam vida a uma das primeiras potências futebolísticas nacionais, o team do Carcavelos Club. Uma equipa poderosa e durante anos imbatível, sendo que em 1895 há alguns registos de resultados avolumados obtidos pelo Carcavelos, destacando-se na imprensa da época as goleadas aplicadas ao Ginásio Club Português - 4-0 e 6-1, e ao Lisbonense, por 7-0, última equipa esta que no andamento do referido ano parece vir a perder algum fulgor futebolístico... Aliás, esta apatia estende-se ao resto da cidade de Lisboa, de forma inexplicável, pois como referimos no início deste capítulo os primeiros anos da década de 90 foram de expansão, com o surgimento de novos grupos, sobretudo de âmbito escolar. Mas o que é certo é que até final do século a modalidade decresce em termos de prática. São poucos ou quase nenhuns os jogos de que a imprensa faz eco nestes últimos anos de século XIX!!! As exceções continuam a ser o Carcavelos Club, os grupos escolares, e alguns ilustres resistentes - como os irmãos Pinto Basto, por exemplo - que não deixam morrer o jogo na sociedade lisboeta, realizando aqui e acolá um ou outro match. O resto do país estava como Lisboa, ou seja, o jogo encontrava-se em banho maria.

sexta-feira, novembro 06, 2015

Arquivos do Futebol Português (3)

Um jogo no Campo da Quinta Nova, em Carcavelos
Em dezembro de 1892 o jornal Diário Ilustrado dá conta de um jogo de futebol disputado entre o Ginásio Clube Português e os ingleses do Carcavelos Club, disputado no recinto habitualmente utilizado por estes últimos, o Campo da Quinta Nova, propriedade da colónia inglesa radicada em Portugal para a exploração do Cabo Submarino, e descrito como um dos primeiros terrenos com melhores condições para a prática do recém nascido football nacional.  A crónica desse match retrata precisamente as excelentes condições do citado recinto... «A esplanada (...) é um amplo e aberto terreno gazonné batido sob o mar largo e debruado pelos pinheiros anões, sobre cujo verde luzido se esbatem as figuras elegantes dos jogadores. Fronteiro àqueles um muro velho, o terreno do lawn-tennis e o austero solar da Telegraph Company (...). Após o desafio, que terminou com a vitória do Carcavelos, seguiu-se um delicado lunch servido na sala de jantar do palácio, levantando-se ainda de parte a parte as mais calorosas saúdes. (...) Ainda em redor do delicioso campo assistiam à partida um grande número de gentilíssimas ladies e entendidos sportmen desta espcialidade. No comboio das cinco horas regressaram finalmente os distintos clubmen de Lisboa, sendo repetidos à saída da estação, entusiásticos hurrahs até ao comboio se perder de vista, ao longe». 

António Nicolau d' Almeida, fundador
do Football Club do Porto
A mestria futebolística dos ingleses foi por demais evidente nestes primeiros anos de vida do futebol português. Entre dezembro de 1892 e abril de 1893 o Carcavelos Club disputou três jogos oficiais, tendo cedido apenas um empate, ante o Ginásio Clube Português (1-1), esmagando este mesmo clube num outro encontro - disputado a 8 de dezembro de 1892 - por 6-0 e vencido por 3-1 o Lisbonense - a 4 de abril de 1893. Neste ano de 1893 começam a desenvolver-se outros clubes, sobretudo nas principais urbes do país, isto é, Lisboa e Porto. Na capital um grupo de alunos da Casa Pia dá os primeiros pontapés na bola, enquanto no norte surge o Oporto Cricket Club - nascido na zona da foz do Douro -, o Real Velo Club e o... Football Club do Porto. A história diz que este último clube foi fundado em 28 de setembro de1893, por intermédio de António Nicolau d´Almeida. Reza essa mesma história que Nicolau d' Almeida travou conhecimento com o futebol numa das suas viagens de negócios - ele era negociante de vinho do Porto - a Inglaterra, tendo de lá trazido uma bola de futebol. Chegado ao Porto resolveu juntar então um grupo de amigos, e com eles fundar o Football Club do Porto, realizando nas semanas que se seguiram diversos ensaios que foram sendo noticiados pela imprensa local. No entanto, pouco tempo depois o clube desaparece do mapa futebolístico, para vir a ser refundado em 1906 por Monteiro da Costa.
Em Aveiro há o registo da fundação do Ginásio Aveirense, por intermédio de Mário Duarte.
Com a conclusão da construção da praça de touros do Campo Pequeno, em 1892, o futebol na capital é obrigado a deslocar-se para outras zonas da cidade, como Belém, por exemplo, onde se viria a escrever alguns dos primeiros capítulos dourados do pontapé da bola lusitano. Lisboa que continua por estas alturas rendidas aos encantos do football, com a imprensa local a dar cada vez mais destaque aos jogos efetuados entre o cada vez maior número de emblemas nascidos na capital. Até o próprio rei, D. Carlos I, era uma presença assídua em jogos de futebol. Os clubes lisboetas multiplicavam-se nesta temporada de 1892/93 como cogumelos, destacando-se a fundação do Club Braço de Prata, o Club Tauromáquico, o Estrela Football Club, o Club Lisboa, ou o Football Club Esperança.
Com a nação futebolística a expandir-se foi com naturalidade que foi disputada uma primeiro competição regional entre alguns destes emblemas. Um mini campeonato integrado pelo Braço de Prata, pelo Carcavelos Club, pelo Foot-ball Club Lisbonense e pelo Ginásio Clube. Infelizmente, a classificação desta primeira competição regional é por completo desconhecida.   

Arquivos do Futebol Português (2)

Futebol jogado nos terrenos do Campo Pequeno
Desde outubro de 1888 até finais de 1889 os jogos de futebol sucederam-se em catadupa no território português, e com eles começaram a fundar-se os primeiros clubes. Como não podia deixar os irmãos Pinto Basto mais uma vez foram pioneiros neste capítulo, ajudando a fundar o Foot-Ball Club Lisbonense, para em seguida outros grupos organizados proliferarem pela capital e pouco mais tarde por outros pontos do país. Segundo Ricardo Ornellas em 1890 um grupo de amigos composto por José de Beires Valle e pelos irmãos Azevedo Campos juntaram-se à colónia inglesa radicada no Porto para aí praticarem o jogo pela primeira vez naquela cidade. Em Lisboa o belo jogo já estava um pouco mais enraizado, e ao Foot-Ball Club Lisbonense juntam-se mais dois clubes entretanto criados, o Carcavelos Club - formado pelos ingleses do Cabo Submarino - e o Ginásio Clube Português. O Foot-Ball Club Lisbonense é um clube aristocrata, formado por membros da alta sociedade lisboeta, entre eles destacam-se os já referidos irmãos Pinto Basto e os irmãos Villar, Carlos e Afonso, proprietários do Colégio Villar. Quanto ao Ginásio Clube Português a data da sua fundação remonta a 1875, mas então este emblema dedicava-se única e exclusivamente à prática da ginástica, sendo que o futebol só apareceu em 1889. Foram estes três clubes que iniciaram o hábito de semanalmente os terrenos do Campo Pequeno acordarem, sobretudo aos domingos, com animados jogos do pontapé da bola.
Esta onda de entusiasmo arrefeceu no início de 1890. O confronto diplomático levado a cabo pelos governos de Portugal e Inglaterra travou, de certa forma, esse entusiasmo pelo belo jogo na nação lusa, já que os portugueses começaram a marginalizar tudo aquilo que fosse oriundo das ilhas britânicas, e como o football era um produto tipicamente inglês... Desta forma, e até 1892, praticamente não existem relatos de jogos de futebol em Portugal, a não ser algumas peladinhas organizadas pelos associados do Ginásio Clube Português que aos domingos davam um colorido diferente aos terrenos do Campo Pequeno, na capital do império.

sexta-feira, janeiro 21, 2011

Histórias do Futebol em Portugal (1): O dia em que o rei foi à bola!

O primeiro troféu disputado em Portugal

Recordamos hoje na vitrina das “estórias futebolísticas” da bola lusitana um dos primeiros grandes momentos da vida do então jovem futebol em Portugal: o duelo entre as selecções do Porto e de Lisboa. Um facto histórico ocorrido a 2 de Março de 1894, no Porto, mais concretamente no desaparecido Campo Inglês (zona do Campo Alegre), que reuniu uma selecção de Lisboa composta por jogadores do Club Lisbonense, do Carcavelos Club e do Braço de Prata, e um combinado do Porto composto por atletas do Oporto Cricket Club. A partida foi organizada por Guilherme Pinto Basto, um profundo entusiasta do “belo jogo”, e a quem o futebol português muito deve, já que entre outros factos foi ele quem trouxe de Inglaterra (país onde estudava) para Portugal a primeira bola de futebol, objecto que desde logo suscitou um enorme interesse naqueles que com ele primeiramente tiveram contacto.
E pela primeira vez na história o vencedor levava para casa um troféu, neste caso a Taça D. Carlos I, uma oferta do citado monarca. Família real que, aliás, se encontrava no meio da assistência do célebre encontro, sendo que um dos episódios curiosos do mesmo relata que os jogadores tiveram de fazer um esforço suplementar em jogar um prolongamento pelo facto de Suas Majestades o Rei D. Carlos, e a Rainha D. Amélia (os quais se faziam acompanhar pelos príncipes D. Luís Filipe e D. Manuel) terem chegado ao evento a meio da 2ª parte. Como tal e para que os ilustres espectadores pudessem apreciar devidamente o espectáculo que ali se desenrolava foram jogados mais alguns minutos de uma contenda que seria ganha pela equipa de Lisboa, por 1-0. A taça seria entregue a Guilherme Pinto Basto.
Na fotografia que ilustra este texto pode ser vista a selecção de Lisboa que venceu este histórico encontro, a qual posa com a bonita taça que se assumiu como uma das peças de maior valor histórico do futebol lusitano.

Vídeo: Reportagem do Canal História sobre o primeiro troféu disputado em Portugal

quarta-feira, dezembro 29, 2010

Efemérides do Futebol (8)...

Campeão no futebol... e no atletismo

Quando em 1898 o Orgryte ganhou o campeonato sueco pela terceira vez consecutiva no lado direito da sua defesa actuava Paul M. Pehrson. Até aqui nada de mais. A curiosidade reside no facto deste atleta ter sido dois anos antes campeão nacional sueco de... atletismo nos 1.500m e 10.000m!

terça-feira, outubro 12, 2010

Efemérides do Futebol (7)...

Um golo por espectador

Durante o início da segunda volta do campeonato belga alusivo à temporada de 1898/99 o Racing Club enfrentou o Athletic and Running Club em inferiodade numérica (10 jogadores) desde... o apito inicial do árbitro. Resultado final: 3-0 a favor desta última equipa. Mas o facto mais caricato desse encontro disputado debaixo de condições meteorológicas péssimas assentou em que ao recinto apenas se deslocaram... três espectadores! É verdade. Ora, sendo assim as estatísticas apontam que a partida teve um golo por espectador! Outros tempos...

sexta-feira, setembro 03, 2010

Efemérides do Futebol (6)...

34 jogos sem perder... e 25 sem ganhar!

O Preston North End (Inglaterra) estabeleceu o primeiro recorde mundial de vitórias consecutivas numa prova oficial ao permanecer invicto durante 23 jogos consecutivos na Liga Inglesa. Três anos mais tarde esta mesma equipa mateve-se invicta durante 15 encontros seguidos, sendo que em 1896 foi supreado pelo campeão argentino, o Lomas Athletic Club, que esteve sem conhecer a derrota durante 29 jogos consecutivos. O recorde dos argentinos foi superado em 1899 pelo Glasgow Rangers (Escócia) que obteve a façanha de permanecer invicto durante 34 partidas consecutivas no escalão maior escocês. Por outro lado o recorde negativo do século XIX é pertença dos também escoceses do Dumbarton que em 25 encontros seguidos contabilizaram outras tantas derrotas, corria a temporada de 1891/92.

terça-feira, julho 14, 2009

Efemérides do Futebol (4)...

Irlandês marca 10 golos num jogo da taça

No dia 7 de Novembro de 1891 o Ulster FC (equipa de Belfast) derrotou o Milltown por 16-0(!!!) em jogo a contar para a 3ª eliminatória da Taça da Irlanda do Norte. Facto curioso neste encontro prendeu-se com o jogador Robert McIlvenny, o qual apontou nada mais nada menos do que 10 golos (!!!), um recorde que ainda hoje prevalece na segunda maior competição do futebol da Irlanda do Norte.