segunda-feira, fevereiro 08, 2016

Europeu de Futsal/Sérvia 2016 (10)...

Grupo B

Ucrânia - Espanha: 1-4

Golos: Grytsyna / Alex (2), Rivillos (2)

La Roja provou o porquê de ser uma das principais candidatas à sucessão da Itália no trono Europeu...

Europeu de Futsal/Sérvia 2016 (9)...

Grupo A 

Portugal - Sérvia: 1-3

Golos: Ricardinho / Kocic, Rajcevic, Simic

Magia de Ricardinho não foi suficiente para evitar um surpreendente amargo de boca para os favoritos lusos...

sábado, fevereiro 06, 2016

Europeu de Futsal/Sérvia 2016 (8)...

Grupo D

Azerbaijão - República Checa: 6-5

Golos: Farzaliyev, Borisov, Araújo, Eduardo, Augusto, Rafael / Záruba, Holy, Resetár, Novotny, Kovács

Ao ritmo do samba Azeris dão passo de gigante rumo aos quartos-de-final na sequência de uma vitória emocionante...

Europeu de Futsal/Sérvia 2016 (7)...

Grupo C

Cazaquistão - Croácia: 4-2

Golos: Zhamankulov (2), Douglas Jr., Suleimenov / Matosevic, Suton

Caloiros do Cazaquistão selam apuramento para a fase seguinte...

sexta-feira, fevereiro 05, 2016

Europeu de Futsal/Sérvia 2016 (6)...

Grupo B 

Hungria - Ucrânia: 3-6

Golos: Dróth (2), Trencsényi / Bondar (2), Sorokin, Ovsyannikov, Valenko, Grytsyna

Ucranianos garantem apuramento para os quartos-de-final à primeira tentativa...

Europeu de Futsal/Sérvia 2016 (5)...

Grupo A

Portugal - Eslovénia: 6-2

Golos: Ricardinho (3), Fábio Cecílio (2), Cary / Cujec, Vrhovec

Melhor do Mundo (Ricardinho) resolveu a questão que ditou o adeus esloveno ao Euro...

quinta-feira, fevereiro 04, 2016

Europeu de Futsal/Sérvia 2016 (4)...

Grupo D 

Itália - Azerbaijão: 3-0

Golos: Merlim (2), Giasson

Campeões da Europa em título embalados pela magia de Merlim...

Europeu de Futsal/Sérvia 2016 (3)...

Grupo C

Rússia - Cazaquistão: 2-1

Golos: Rómulo (2) / Zhamankulov

Favorita Rússia tremeu frente aos estreantes cazaques...

quarta-feira, fevereiro 03, 2016

Europeu de Futsal/Sérvia 2016 (2)...

Grupo B

Espanha - Hungria: 5-2

Golos: Miguelín (2), Bebe, Andrezito, Németh (a.g.) / Dróth (2)

Espanha puxa dos galões no início da caminhada rumo à (projetada) reconquista da Europa...

Europeu de Futsal/Sérvia 2016 (1)...

Grupo A

Sérvia - Eslovénia: 5-1

Golos: Kocic (2), Janjic, Rajcevic, Prsic / Osredkar

Susto inicial não inibiu anfitriões de chegarem à goleada...

terça-feira, fevereiro 02, 2016

Flashes Biográficos (6)... Amancio Mereles

AMANCIO Mereles (Paraguai): Ao recordar as jogadas, os golos, as equipas e os craques do principal campeonato português da década de 80 um nome em particular saltou do meu baú de memórias futebolísticas em relação a esses saudosos anos em que o belo jogo me foi formalmente apresentado. Amancio Mereles, ou simplesmente Amâncio, como se pronuncia na língua de Camões, foi um dos mais letais avançados da segunda metade dos anos 80 do futebol luso, uma faceta exibida, sobretudo, ao serviço do Futebol Clube de Penafiel, emblema duriense que este cidadão de nacionalidade paraguaia representou entre 1986 e 1990, quiçá, e a julgar pela estatística - já lá vamos - o melhor período da carreira deste futebolista. Nasceu a 10 de fevereiro de 1964, em Gaaguazú, e os poucos registos biográficos alusivos aos anos iniciais da sua carreira dão conta de que o primeiro lampejo de glória aconteceu em 1984, altura em que com 20 anos se sagra o melhor marcador (com 12 golos) do campeonato paraguaio com as cores do seu clube de então, o River Plate de Asunción. Este cartão de visita valeu-lhe a chamada à seleção de sub-20 do Paraguai que um ano mais tarde viajou até à ex-União Soviética para disputar a 5ª edição do Campeonato do Mundo da categoria. Com o dorsal dos matadores - o 9 - estampado nas costas foi titular do combinado guarani nos três encontros que este disputou no leste europeu. Apontou um golo, ante a China, o qual se viria a revelar insuficiente nas intenções dos sul-americanos em passar à fase seguinte da competição. No ano seguinte Amancio faz a longa travessia do Atlântico rumo ao Velho Continente, mais concretamente para o norte de Portugal, onde o esperava uma equipa que militava na 2ª Divisão daquele país, o Penafiel. Sob as ordens do então jovem técnico José Romão o paraguaio foi um dos operários que devolveram o clube duriense ao principal escalão do futebol português, após a obtenção de um segundo lugar na Zona Norte do Nacional da 2ª Divisão. E quem inicialmente pensasse que o regresso dos penafidelenses à 1ª Divisão iria ser passageiro enganou-se redondamente, pois José Romão continuou a orquestrar um conjunto que jogava um futebol alegre, vistoso, e extremamente perigoso no plano ofensivo. Sobretudo nos jogos em que atuava na condição de visitado, partidas essas em que aquele Penafiel fazia a vida negra a quem quer fosse. Uma das principais armas dos durienses era precisamente Amancio, o pequeno avançado que importunava as defesas contrárias com a sua rapidez de movimentos e, sobretudo, com o seu instinto predador, o mesmo é dizer, de goleador. Nesse ano de estreia na 1ª Divisão Amancio fez sete dos 36 golos marcados pelo Penafiel nessa temporada de 87/88, sendo apenas superado pelo seu parceiro de ataque, César, que apontou 15. Com a partida do brasileiro Amancio passou a ser a principal referência do ataque penafidelense nas épocas que seguiram. Em 88/89 o paraguaio viveu mesmo a sua temporada mais produtiva vestido com as cores rubro-negras. Fez o gosto ao pé em 15 ocasiões (em 37 jogos), ajudando o Penafiel a sobreviver um ano mais entre os grandes do futebol português. Na temporada seguinte, e já sem José Romão no comando técnico da equipa, o Penafiel venceu mais uma vez a árdua batalha da manutenção, tendo, no entanto, o instinto predador de Amancio sido mais brando, como comprova o facto de apenas por quatro ocasiões ter violado as redes adversárias em 29 jogos realizados. Após quatro temporadas de sucesso, em que indiscutivelmente se tornou numa das principais figuras da equipa, o avançado paraguaio decide mudar de ares, e parte rumo a Setúbal. Ali, onde o esperava o homem que o havia lançado no futebol português, José Romão, não foi feliz nas duas temporadas em que vestiu a camisola do Vitória, sendo que na primeira delas não evitou a queda do histórico clube sadino à 2ª Divisão. Em 1992/93 decide regressar ao norte do país, para representar o Tirsense, clube onde voltou a sentir alegria e prazer em jogar, e acima de tudo em fazer aquilo que mais gostava: golos. Em 27 encontros apontou seis tentos que o tornaram no melhor artilheiro da equipa nessa época, insuficientes, no entanto, para manter o clube jesuíta na 1ª Divisão. O Tirsense foi para a 2ª Divisão, mas Amancio não. O seu faro para o golo ainda despertava o interesse de muitos clubes do escalão maior, e o derradeiro capítulo escrito por si na aventura europeia ocorreu em Barcelos, ao serviço do Gil Vicente. Outro clube de pequena dimensão onde Amancio deixou marca, embora esta fosse uma marca pequena, é certo, como comprovam o parco par de golos que apontou em 19 encontros. Finda a aventura europeia de oito anos o jogador regressou a casa, e para trás deixou um registo de 160 jogos disputados na 1ª Divisão portuguesa e 35 golos apontados. Nada mau para um atleta que representou sempre clubes de pequena dimensão. Mas foi sem dúvida em Penafiel que Amancio alcançou a imortalidade na memória dos adeptos que o viram atuar. Ainda hoje o seu nome reluz na história do clube e da própria cidade, já que o "título" de maior goleador da história do FC Penafiel na 1ª Divisão pertence-lhe - com 26 remates certeiros. 

quinta-feira, janeiro 14, 2016

Histórias do Planeta da Bola (15)... Joe Lydon - O futebolista com queda para o boxe que fez história no grande palco do desporto planetário

Joseph Lydon
O Grande Atlas do futebol está bem composto no que toca a exemplos de futebolistas que exibiram as suas qualidades atléticas ao serviço de outras modalidades em paralelo - ou não - com a prática do desporto rei. O talento desportivo multifacetado de alguns desses atletas foi mesmo testemunhado em grandes competições - nacionais e internacionais. Contudo, muito poucos foram aqueles que obtiveram sucesso em mais do que uma disciplina desportiva, ou modalidade, assim que pisaram o palco de um evento desportivo à escala planetária, como é o caso dos Jogos Olímpicos (JO). E neste sentido a história leva-nos ao ano de 1904, altura em que a cidade norte-americana de Saint Louis acolheu a terceira edição das Olimpíadas da Era Moderna. Um evento manchado pelo racismo e pelo papel secundário que o desporto - enquanto fenómeno de massas - desempenhou em Saint Louis. Tal como havia acontecido em Paris, quatro anos antes, os Jogos Olímpicos de 1904 não foram mais do que um mero apontamento da Exposição Universal, intitulada de Louisiana Purchase Exibition, que decorreu naquela cidade do Estado de Missouri. Muito pior do que a deselegância com que o desporto foi ali tratado surge o facto de as Olimpíadas de Saint Louis terem ficado para a história como um dos mais vincados exemplos - senão mesmo o mais saliente - de racismo/preconceito racial presente na centenária história das Olimpíadas, ficando até hoje conhecidas como os "Dias Antropológicos". Esta denominação aponta para o facto dos Jogos de 1904 terem servido quase única exclusivamente para entreter os indivíduos de raça branca que se deslocavam à feira internacional, os quais se divertiam a ver os empregados do certame, onde entre os quais figuravam mexicanos, negros, índios, filipinos, ou pigmeus, a competir entre si em caricatas atividades inseridas nas ditas Olimpíadas. Algumas dessas atividades eram na realidade pouco desportivas, diga-se na verdade, já que do ridículo e racista programa olímpico, se é que assim o podemos chamar, havia uma prova que consistia em cuspir tabaco!!! 
Bom, para além desta triste imagem social a história diz-nos que em Saint Louis também se jogou futebol, ou soccer, como lá - EUA - é denominado o desporto rei. Mas tal como outras modalidades - ou pseudo modalidades como as cuspidelas de tabaco - foi de mero entretenimento e demonstração. Tal como nos Jogos de Paris, em 1900, o futebol foi introduzido no cartaz olímpico de forma experimental, não oficial. Três foram as equipas que deram vida ao torneio de futebol de 1904 - que ainda hoje, e à semelhança do torneio de 1900, não é reconhecido pela FIFA -, duas delas representantes de estabelecimentos de ensino norte-americanos, o Christian Brothers College e a Saint Rose Parish (School), e um clube oriundo do Canadá, o Galt Football Club, último emblema este que viria - facilmente - a subir ao lugar mais alto do pódio do torneio olímpico de futebol (episódio este do qual já falámos de maneira mais detalhada numa outra viagem ao passado do belo jogo).
Equipa do Christian Brothers College em 1902, dois anos antes de ter conseguido a prata na Olimpíadas de Saint Louis
Mas se a história da epopeia do Galt FC já reside nas vitrinas virtuais do nosso Museu importa agora ir de encontro a uma nova história extraída do torneio de futebol da caricata terceira edição dos JO, história essa que alude então ao êxito multifacetado obtido por um dos atletas intervenientes no evento. Joseph Lydon, poderá então considerar-se o primeiro atleta a abraçar o sucesso em mais do que uma disciplina desportiva no mesmo evento, neste caso num evento de dimensão global, como são as Olimpíadas. Nascido em Swinford (Irlanda), a 2 de fevereiro de 1878, foi um dos nove filhos do casal James Lydon e Mary Ann Lavi, que em finais do século XIX deixou para trás a sua pátria em direção aos Estados Unidos da América, em busca de uma vida melhor para a sua família. Saint Louis passou então a ser a casa de Joseph Lydon, tendo ai desenvolvido a sua aptidão para a prática desportiva. Joe, como era chamado, desde cedo mostrou dotes em várias modalidades, entre elas o boxe e o futebol, as quais representou no palco olímpico de 1904. Na primeira delas, Joe Lydon - que em Saint Louis competiu em representação dos Estados Unidos da América - alcançou a medalha de bronze, na categoria de pesos-médios (de 57 a 67 quilos), depois de nas meias-finais ter sido derrotado pelo também norte-americano Harry Spanger, derrota que lhe valeu de imediato a referida medalha, uma vez que o torneio desta categoria de pugilismo era constituído por apenas quatro atletas, e a organização decidiu dividir o bronze pelos dois derrotados nas meias-finais. Facto ocorrido a 21 de setembro desse ano.

A medalha de prata que Lydon
conquistou com o Christian Brothers College
Quase dois meses depois - os JO de 1904 foram dos mais longos da história: a abertura ocorreu a 1 de julho e o encerramento a 23 de novembro! - Joe Lydon mostrava aos visitantes da Exposição Universal os seus dotes de futebolista. Do alto dos seus 26 anos ele era um dos nomes principais da equipa Christian Brothers College, constituída na sua essência por alunos daquele estabelecimento de ensino, cuja inexperiência no soccer ficaria bem patente no jogo de abertura do torneio, como demonstra a goleada de 7-0 sofrida ante a experiente - e sobretudo mais habilidosa - equipa do Galt, na época tão só a melhor equipa canadiana. A experiência de Lydon no futebol fazia dele não só a figura principal do frágil combinado estudantil de Saint Louis como também o líder do grupo, já que além de jogador (atuava como defesa) ele era igualmente o treinador. Depois do Galt ter dado no jogo seguinte uma nova prova da sua por demais superioridade - goleou os também estudantes do Saint Rose Parish por 4-0 - e dessa forma ter matematicamente garantido o ouro olímpico, a (medalha de) prata seria disputada pelas duas formações académicas que atuavam em casa. E foram precisos três encontros (!) para decidir quem ficava com a prata e com o bronze, já que depois de dois teimosos empates a zero a negra confirmou o Christian Brothers College como vice-campeão do torneio de futebol, após um triunfo de 2-0. Depois da medalha de bronze no boxe, Lydon arrecadava a medalha de prata no futebol na mesma Olimpíada, tornando-se desta forma no primeiro futebolista a fazê-lo num grande evento desportivo de dimensão global.
Reza a lenda que a façanha olímpica deste irlandês radicado em Terras de Tio Sam poderia ter contornos mais admiráveis caso ele participasse nas provas de atletismo, modalidade em que, segundo a História desportiva de Saint Louis, ele era igualmente um talentoso atleta. A testemunhar este dado estão vários recordes obtidos por si nos anos de 1903 e 1904 em provas nacionais. Números e façanhas que faziam deste homem um dos mais afamados desportistas dos Estados Unidos da América, segundo relatos da própria imprensa da época. Trágico seira o seu desaparecimento em 1937, quando a 20 de agosto desse ano foi encontrado morto em sua casa: com o abdómen perfurado por uma bala disparada por... si próprio.

segunda-feira, janeiro 11, 2016

Histórias do Futebol em Portugal (16)... Taça Império e Taça Estádio: As "sementes" da Supertaça Cândido de Oliveira

A vistosa Taça Império
1944 é um ano marcante não só na história do futebol português como na história do desporto lusitano de uma forma geral. A 10 de junho desse ano eram oficialmente abertas as portas daquela que ainda hoje é considerada a mais emblemática sala de visitas do desporto de Portugal, o Estádio Nacional. Uma obra - à época - majestosa, que colocava a nação lusa em pé de igualdade com as maiores potências europeias de então, no que dizia respeito a infraestruturas desportivas modernas e de grande dimensão. Uma obra que teve o cunho do Estado Novo, nascida no berço da ditadura salazarista e cuja idealização remontou a 1933, altura em que na sessão de encerramento do Congresso dos Clubes Desportivos o presidente do Conselho, Oliveira Salazar, vincaria a importância do desporto enquanto veículo de educação da juventude com vista «ao crescimento de uma raça forte e sã que pudesse vir a defender o seu país». Concluída essa sua visão deixaria no ar uma promessa aos desportistas lusos: a construção de um Estádio Nacional! Um ano depois foi lançado o concurso para a edificação da catedral do desporto português, ficando definindo que esta seria erguida no Vale do Jamor e iria contemplar não só um moderno estádio como também um vasto leque de outras infraestruturas desportivas. O pontapé de saída na empreitada - projetada por (Eng.) Duarte Pacheco - foi dado em 1939, sendo que o apito final ocorreu cinco anos volvidos. Para a inauguração da obra uma pomposa festa foi agendada então para o dia 10 de junho de 1944, naquela que se constituiu como uma das maiores manifestações populares promovidas pelo Estado Novo e onde na qual marcaram presença cerca de 80.000 pessoas. Densa massa humana que preencheu as bancadas do imponente recinto que ali se inaugurava e que testemunhou o vasto programa festivo desenhado para celebrar a efeméride, programa esse pautado - sobretudo - por inúmeros desfiles de desportistas oriundos de inúmeras representações nacionais da Mocidade Portuguesa. 
Um dos muitos desfiles que ocorreram no dia
da inauguração do Estádio Nacional
Porém, o ponto alto da cerimónia foi protagonizado pelos dois mais laureados clubes da capital, Sporting e Benfica, emblemas que disputaram um sempre animado e intenso duelo futebolístico. Os leões subiam ao recém inaugurado tapete verde do Estádio Nacional na qualidade de campeões nacionais, ao passo que as águias o faziam enquanto detentores da Taça de Portugal. O prémio para o vencedor deste capítulo do dérbi eterno seria atribuído em dobro, isto é, o clube que chegasse ao fim na frente do marcador levaria para casa dois troféus, a Taça Império, instituída pela Federação Portuguesa de Futebol, e a Taça Estádio, oferecida por Salazar para celebrar a ocasião. E eis que a bola começa a rolar perante o olhar das bancadas que fervilhavam de entusiasmo. O Benfica teve um ligeiro ascendente no iníco do encontro, mas seria o Sporting a abrir o marcador quando estavam decorridos 10 minutos por intermédio do feroz leão Fernando Peyroteo, que assim batia pela primeira vez naquela tarde festiva o guardião Martins, escrevendo desde logo uma página na história do desporto nacional, e muito em particular do futebol luso, já que dos seus pés havia saído o primeiro de muitos remates certeiros que seriam desenhados no mítico palco. Já no segundo tempo Espírito Santo empataria a contenda, oferecendo desta forma aos presentes mais 30 minutos suplementares de futebol. Quase logo após o pontapé de saída do prolongamento Peyroteo voltou a fazer estragos na área encarnada ao fazer o seu segundo golo da tarde. Tento que animou os leões, que embalados chegariam ao 3-1 por intermédio de Eliseu. Julinho ainda iria reduzir para o Benfica, um golo que seria insuficiente para impedir a vitória sportinguista por 3-2. Nesse encontro as equipas alinharam com: Sporting - Azevedo, Manecas, Canário, Álvaro Cardoso, Barrosa, Eliseu, Mourão, António Marques, Peyroteo, Cruz e Albano. Benfica - Martins, César Ferreira, Carvalho, Jacinto, Albino, Francisco Ferreira, Espírito Santo, Arsénio, Julinho, Jaime e Rogério. 
Uma vista panorâmica do duelo entre Sporting e Benfica no dia 10 de junho de 1944
O Sporting arrecadava os dois troféus em disputa e mostrava o porquê de ser a melhor equipa do futebol português daquele tempo. Este simples jogo de futebol - e apontamento principal do cartaz festivo de propaganda fascista daquela tarde de junho de 44 - acabaria por servir de inspiração aos responsáveis vindouros do futebol português, os quais cerca de três décadas mais tarde se basearam nele para criar a terceira competição futebolística de maior importância do futebol português: a supertaça. Prova esta que desde 1979 é disputada pelo campeão nacional e pelo vencedor da Taça de Portugal, e que desde 1981 passou a chamar-se Supertaça Cândido de Oliveira, em homenagem a um dos maiores vultos da história do futebol em Portugal, precisamente o mestre Cândido de Oliveira.
Vídeo: EXCERTO DE UM DOCUMENTÁRIO SOBRE A INAUGURAÇÃO DO ESTÁDIO NACIONAL EM QUE SURGE UM BREVE RESUMO DO JOGO ENTRE SPORTING E BENFICA 

terça-feira, dezembro 22, 2015

ENTREVISTA: O minuto de fama do Recreio de Águeda no palco principal do futebol português recordado pelo goleador César

César, com as cores
do Águeda em 83/84
Fundado no longínquo ano de 1924 o Recreio de Águeda vive hoje na sombra de um passado que teve os seus lampejos de glória – sobretudo – na década de 80. No presente, o clube deambula pelos sombrios caminhos do futebol distrital da Associação de Futebol de Aveiro, muito distante do momento de glória vivido na temporada de 1983/84, altura em que este emblema pisou o palco principal do desporto rei português, o mesmo será dizer o Campeonato Nacional da 1ª Divisão. Uma aventura curta que até aos dias atuais é recordada na pacata e vistosa cidade banhada pelo rio que lhe dá o nome como o minuto de fama da coletividade que a 10 de abril último completou a bonita idade de 91 anos. Para muitos dos atuais adeptos do belo jogo o Águeda na 1ª Divisão Nacional é uma imagem desconhecida, irreal até, olhando para o presente, e nesse sentido, para descrever – ou reavivar memórias, no caso de adeptos de outras gerações – essa dita imagem nada melhor do que trazer até ao Museu Virtual do Futebol uma das personagens principais dessa atuação no palco maior do futebol português, Paulo César Mello de Albuquerque, ou simplesmente César, o nome de guerra com que este avançado brasileiro nascido no Rio de Janeiro em 1957 se deu a conhecer nos retângulos de jogo lusitanos.
Até aterrar em Portugal, César evidenciou o seu instinto predador ao serviço – sobretudo – de emblemas cariocas: revelado para o futebol nos escalões de formação do Bonsucesso, passou posteriormente pelo América, São Cristóvão e Campo Grande, tendo no início da década de 80 breves passagens pelo futebol baiano – ao serviço do Bahia e do Vitória – e paranaense – onde defendeu as cores do Colorado. O seu apurado faro pelo golo atraiu atenções do outro lado do Atlântico, e aos 26 anos viaja para o Velho Continente para representar um emblema que acabava de se sagrar campeão da Zona Norte da 2ª Divisão Nacional de Portugal e com isso garantia o inédito bilhete de ingresso no escalão maior do futebol deste país. É neste ponto que se dá início ao nosso papo com o ex-atacante César... 


Museu Virtual do Futebol (MVF): No verão de 1984 o César chega a Portugal para representar um clube que pela primeira vez na sua história atingia o patamar mais alto do futebol luso, a 1ª Divisão. Como é que surgiu o convite do Recreio de Águeda e que espectativas trazia na bagagem um avançado maduro – contava já com 26 anos de idade – e conhecido no futebol brasileiro. 
César (C): Os dirigentes do Águeda vieram ao Brasil procurar um avançado, sendo que o intermediário deles aqui indicou o meu nome, e assim assinei pelo clube. Em relação às expectativas para aquele novo desafio da minha carreira, elas passavam sobretudo por vencer na Europa e mostrar a minha capacidade.

MVF: Para além de espectativas, por certo que pela sua cabeça passavam outras questões, ou receios, na altura em que aceitou atravessar o Atlântico, isto é, sabia alguma coisa sobre o futebol português e muito em particular sobre o clube que vinha representar?
C: Sobre o futebol português em particular sim, conhecia o vosso futebol. Agora, sobre o Águeda não sabia nada. Na altura pela minha cabeça passavam as questões normais que um emigrante tem quando vai para um país novo, isto é, quais os costumes de lá, saber se nos vamos adaptar a esses mesmos costumes, etc. Mas eu levava uma vantagem comigo: o idioma. Falamos a mesma língua, e isso facilitou a minha adaptação. 
 
MVF: Sendo um carioca de gema, habituado à grande cidade do Rio de Janeiro, a chegada a uma pequena e pacata cidade como Águeda deve tê-lo impressionado, resta saber se pela positiva ou negativa...
C: O primeiro impacto foi de surpresa pelas dimensões (reduzidas) da cidade, além de que havia ruas "em cima, outras em baixo", ou seja, as ruas não eram todas planas! E esse foi um facto curioso que me chamou à atenção. Mas de um modo geral eu sempre tive a capacidade de me adaptar bem a situações novas, e em Águeda não foi exceção. O facto de a cidade ter dimensões reduzidas também era positivo a meu ver, já que as pessoas conheciam-se melhor umas às outras, havia mais convívio entre as pessoas da cidade, e esse acolhimento próximo ajudou-me na integração naquela nova realidade. Tive na verdade uma adaptação rápida e muito positiva. A única e pequena dificuldade inicial de adaptação foi ao nível do estilo tático que aqui se utilizava, ou seja, o facto de aqui se jogar (na época) com dois avançados centro, enquanto que no Brasil jogava-se com apenas um avançado e dois pontas ofensivos. Mas essa pequena dificuldade inicial foi cedo superada, como disse.
O plantel do Recreio de Águeda que disputou pela primeira e única vez - até hoje - a 1ª Divisão Nacional

MVF: E o clube, que impressões teve do Recreio de Águeda assim que chegou, isto em comparação, por exemplo, ao que estava habituado no Brasil. Que realidade encontrou?
C: Olha, na realidade o que mais me surpreendeu foi o piso do estádio do Águeda ser pelado! Eu nunca havia disputado campeonatos nesse tipo de piso. Mas isso acabou por não ser problemático para mim, já que me adaptei muito rápido. Os clubes aqui no Brasil, além do futebol, têm mais atividades sociais e o Recreio de Águeda não tinha nada disso quando lá cheguei. Agora, tinha uma massa adepta muito acolhedora, algo que acabou por me ajudar bastante na integração. Recordo-me que os adeptos do clube compareciam sempre nos jogos, incentivavam a equipa, e um pormenor curioso é que nunca nos vaiaram...


MVF: Na estreia na 1ª Divisão Nacional o Águeda era treinado por José Carlos, um ex-Magriço da seleção nacional que disputou o Mundial de 1966. O que recorda da relação profissional que com ele manteve durante uma época?
C: Confesso que a primeira impressão não foi boa, pois no primeiro diálogo que tivemos ele disse na frente de todos que não gostava de brasileiros. Isso magoou-me. Mas à medida que nos fomos conhecendo melhor o respeito passou a existir entre nós.


MVF: E o grupo de trabalho...
C: ...Excelente. Aliás, ainda hoje mantenho contacto com alguns, através das redes sociais.

Tibi, um dos mais experientes
do plantel do Recreio
MVF: Tal como o clube poucos eram os jogadores que tinham experiência do principal escalão do futebol em Portugal. As exceções eram talvez o guarda-redes, Tibi, o defesa-central brasileiro Paulo César e o médio Nogueira, que tinha sido campeão no Sporting. Acha que essa inexperiência acabou por pesar na curta aventura do clube na 1ª Divisão, uma vez que este acabou por descer? 
(Nota: o Águeda foi penúltimo classificado, contabilizando apenas 19 pontos, fruto de 7 vitórias alcançadas, 5 empates e 18 derrotas).
C: Não. Eu hoje em dia sou profissional na área da Educação Física, e na minha opinião o erro (do Águeda) passou pela organização da preparação. Alcançámos o pico de forma no meio da primeira volta, quando o deveríamos ter alcançado no meio do campeonato. Isso, deu origem a que quando chegou a reta final do campeonato o time já estava na fase descendente em termos de forma física. Veja bem, não estou a atribuir a responsabilidade ao treinador, mas a falta de um profissional da área – um preparador físico – era fundamental, para no momento exato programar a intensidade dos treinos. Mas na época, preparador físico era privilégio de poucos clubes.

MVF: Acha então que com uma melhor preparação física o Águeda talvez se tivesse aguentado na 1ª Divisão?
C: Melhor preparação não. A preparação física da equipa era excelente, faltou apenas conhecimento técnico e teórico da área para dosá-la no momento certo. A título de curiosidade, naquela época atingi a melhor forma física de toda a minha carreira!


MVF: Dos 25 golos marcados pelo Águeda nesse campeonato 10 foram da autoria do César, que foi o melhor marcador da equipa. Algum golo especial dessa dezena?
C: Talvez o meu primeiro golo em Portugal, contra o Farense (1-1) e o da primeira vitória (1-0) do Águeda na prova, contra o Varzim.
O onze do Recreio que no pelado do Municipal de Águeda recebeu o Benfica em jogo da 19ª jornada,
e em que César apontou o tento de honra dos locais
MVF: E o seu golo ao Benfica, apontado ao eterno guarda-redes Manuel Bento, em Águeda, na 19ª jornada, em que o Recreio perdeu por 4-1...
C: O que me lembro desse jogo é que o estádio tinha mais público do que a sua capacidade real. Havia pessoas dentro do pelado; a guarda da GNR a cavalo atrás das balizas e diga-se de passagem que o (árbitro) Carlos Valente foi corajoso em autorizar a partida naquelas condições. Mas o público deu um show de educação e cordialidade, há que dizê-lo.

MVF: A época de 83/84 foi mesmo a mais brilhante da vida do Recreio de Águeda. Com a descida à 2ª Divisão Nacional o clube foi desaparecendo com o passar dos anos, e hoje milita nos escalões distritais...
C: Sim, vejo isso com tristeza, pois gostaria muito de ver o Recreio de novo no mais alto escalão do futebol português.

MVF: E recordações da única época que passou em Águeda, algum momento que tenha sido mais curioso ou marcante – pela positiva ou pela negativa – e que queira partilhar nesta visita ao Museu Virtual do Futebol?
C: Descer de divisão foi talvez o momento mais frustrante. Mas bons momentos tive muitos, e seria injusto apontar apenas um. Quanto a histórias curiosas há uma que não esqueço. Quando cheguei a Águeda o presidente do clube disse-me que eu iria morar no “sítio tal” e eu respondi-lhe que não queria morar num sítio, mas sim numa vivenda ou num apartamento. Explicando isto: Sítio no Brasil é mais ou menos o equivalente a uma quinta em Portugal (risos). Só que eu não sabia o significado da palavra sítio em Portugal.

Manuel Oliveira
MVF: Águeda foi a sua porta de entrada no futebol português. Depois disso ficou por cá mais seis temporadas. As duas seguintes num histórico do futebol português, o Vitória de Setúbal. Que recordações tem dessas duas temporadas no Bonfim?
C: Novos ares, novos objetivos. Os individuais foram alcançados, ou seja, mantive a minha média de golos. Agora, em termos coletivos não alcançámos as competições europeias na primeira época e na segunda não conseguimos permanecer na 1ª Divisão.

MVF: Ainda no Estádio do Bonfim conviveu com grandes nomes do futebol português, entre outros o treinador Manuel Oliveira, que lembranças e opinião guarda deste mestre da tática?
C: Bom estratega, armava bem a equipa, mas até hoje não sei se para ele eu era um bom ou mau jogador, pois num dia ele dizia-me que eu era o melhor estrangeiro no futebol português, no outro eu não jogava na equipa titular! Mas apesar de tudo, fui o melhor marcador da equipa na primeira época – com 10 golos – , e na segunda fiquei um golo atrás do Fernando Cruz, que marcou 11 golos. Mas podia ter feito muitos mais golos, se tivesse jogado com maior frequência.

O cromo de César em Penafiel
MVF: Depois de Setúbal ainda passou uma temporada por Famalicão (2ª Divisão), outra em Penafiel e duas épocas no Olhanense (na 2ª Divisão), antes de voltar ao seu Brasil. Destaco a passagem por Penafiel, onde fez 15 golos, o seu melhor registo em Portugal numa só época, tendo ficado entre os 10 melhores marcadores do campeonato dessa temporada de 87/88. Que memórias regista dessa temporada em Penafiel?
C: Foi o grupo mais unido do qual eu fiz parte em Portugal. Éramos uma família, dentro e fora de campo, estávamos sempre juntos. As nossas famílias conviviam. Vivemos em festa durante um ano, dentro e fora de campo.

MVF: Nessa época ao serviço dos penafidelenses marcou dois golos ao Sporting em Penafiel, numa célebre goleada por 4-0. Lembra-se desse jogo?
C: Eu acho que esse jogo deve ter sido o maior feito do Penafiel na 1ª Divisão até hoje. Foi uma tarde inesquecível.

MVF: Em modo de despedidas. Que memórias - e desculpem desde já os eventuais leitores desta entrevista o uso e abuso de palavras como "memórias", "lembranças" ou "recordações", mas a nosso ver a sua aplicação torna-se obrigatória sempre que  antigos artistas da bola visitam o Museu - ficaram de Portugal?
C: Saudades da terra, dos amigos, da comida, mas não tenho saudades do frio (risos). Os piores momentos, talvez as saudades dos familiares que deixei aqui no Brasil. Mas, espero em breve poder retornar a esse maravilhoso país que é Portugal, e que me acolheu como um filho.


César no presente
MVF: E qual o clube que mais o marcou na sua passagem por terras portuguesas?
C: Todos me marcaram de uma ou de outra maneira. De todos trago algo dentro de mim e mesmo nos momentos difíceis, agradeço-lhes, por me terem ajudado a crescer como homem.


MVF: E o futebolista que mais o impressionou na sua passagem pelo futebol português...
C: Paulo Futre, pela qualidade, iniciativa e coragem, e ainda o Carlos Manuel, por ser um jogador quase completo...
MVF: Apontou mais de 40 golos no Campeonato Nacional da 1ª Divisão. Algum que recorde com mais nostalgia?
C: É difícil escolher um, pois cada golo é sempre especial, mas talvez o primeiro contra o Farense, na 5ª jornada, pois vai ficar na história como o primeiro golo do Recreio de Águeda na sua passagem pela 1ª Divisão. 

Vídeos: ALGUNS MOMENTOS PROTAGONIZADOS POR CÉSAR NA SUA PASSAGEM POR PORTUGAL (com a devida vénia aos detentores dos direitos destas imagens)

ÁGUEDA - FC PORTO (83/84)
VITÓRIA DE SETÚBAL - VITÓRIA DE GUIMARÃES (84/85)
VITÓRIA DE SETÚBAL - PORTIMONENSE (84/85)

segunda-feira, dezembro 21, 2015

Mundial de Clubes/Japão 2015 (8)...

Final

International Stadium Yokohama

River Plate (Argentina) - Barcelona (Espanha): 0-3

Golos: Suárez (2), Messi

Dream team catalão subiu com naturalidade ao topo do Mundo...

Mundial de Clubes/Japão 2015 (7)...

Jogo de atribuição dos 3º e 4º lugares

International Stadium Yokohama 

Sanfrecce Hiroshima (Japão) - Guangzhou Evergrande (China): 2-1

Golos: Douglas (2) / Paulinho

(Medalha de) Bronze ficou em casa...

quinta-feira, dezembro 17, 2015

Mundial de Clubes/Japão 2015 (6)...

Jogo de atribuição dos 5º e 6º lugares

Osaka Nagai Stadium

Club América (México) - TP Mazembe (R.D. Congo): 2-1

Golos: Benedetto, Zuñiga / Kalaba

Campeões da CONCACAF levam para casa o 5º lugar...

Mundial de Clubes/Japão 2015 (5)...

Meias-finais

International Stadium Yokohama

Barcelona (Espanha) - Guangzhou Evergrande (China): 3-0

Golos: Suárez (3)

Instinto matador de Luis Suárez sobressaiu num verdadeiro jogo-treino para o gigante Barça...

Mundial de Clubes/Japão 2015 (4)...

Meias-finais

Osaka Nagai Stadium

Sanfrecce Hiroshima (Japão) - River Plate (Argentina): 0-1

Golo: Alario

Super-favorito River sofre para vencer o modesto campeão japonês...

segunda-feira, dezembro 14, 2015

Mundial de Clubes/Japão 2015 (3)...

Jogo 3

Osaka Nagai Stadium

Club América (México) - Guangzhou Evergrande (China): 1-2

Golos. Peralta / Zheng, Paulinho

Campeões da Ásia atingiram o céu em período de compensação...

Mundial de Clubes/Japão 2015 (2)...

Jogo 2

Osaka Nagai Stadium

T.P. Mazembe (R.D. Congo) - Sanfrecce Hiroshima (Japão): 0-3

Golos: Shiotani, Chiba, Asano

Nipónicos atropelam gazelas africanas e passam às meias-finais...

Mundial de Clubes/Japão 2015 (1)...

Jogo 1 

International Stadium Yokohama 

Sanfreecce Hiroshima (Japão) - Auckland City (Nova Zelândia): 2-0

Golos: Minagawa, Shiotani

Anfitriões seguem em frente após triunfo fácil sobre os campeões da Oceânia...

Mundialito de Clubes de Futebol de Praia/Rio de Janeiro 2015 (16)

Final

Barcelona (Espanha) - Vasco da Gama (Brasil): 4-4 (3-2 nas grandes penalidades)

Golos: Llorenc (2), Datinha, Bruno Xavier / Bokinha (2), Catarino, Leon

Barça vence no tiro ao alvo (grandes penalidades) e ascende ao topo do planeta do beach soccer após final onde reinou a incerteza e a emoção...

Mundialito de Clubes de Futebol de Praia/Rio de Janeiro 2015 (15)

Jogo de atribuição dos 3º e 4º lugares

Al-Ahly (E.A.U.) - Fluminense (Brasil): 4-4 (3-2 nas grandes penalidades)

Golos: Rodrigo (3), Haitham / Bryan, Filipi, Daniel, Fernando DDI

Estrelas asiáticas levam para casa a medalha de bronze após vitória na lotaria (das grandes penalidades)...

Mundialito de Clubes de Futebol de Praia/Rio de Janeiro 2015 (14)

Meias-finais 

Vasco da Gama (Brasil) - Fluminense (Brasil): 5-2

Golos: Bokinha (3), Rafinha (2) / Daniel, Filipi

Vascão voltou a levar a melhor sobre os vizinhos do Flu e vai tentar arrebatar o ceptro mundial pela segunda vez na sua história...

Mundialito de Clubes de Futebol de Praia/Rio de Janeiro 2015 (13)

Meias-finais 

Barcelona (Espanha) - Al-Ahly (E.A.U.): 3-2 (após prolongamento)

Golos: Llorenc (2), Jo / Jordan, Rodrigo

Catalães saíram mais felizes de um duelo emocionante disputado sob o signo do equilíbrio...


Mundialito de Clubes de Futebol de Praia/Rio de Janeiro 2015 (12)

Grupo B / 3ª Jornada

Barcelona (Espanha) - Sporting (Portugal): 8-6

Golos: Datinha (5), Ozu, Nico, Bruno Xavier / Nelito (3), Rashed, Ricardinho, Duarte

Barça seguiu para a fase seguinte nas asas de Super Datinha...

Mundialito de Clubes de Futebol de Praia/Rio de Janeiro 2015 (11)

Grupo B / 3ª Jornada

Al-Ahli (E.A.U.) - Levante (Espanha): 7-4

Golos: Bruno Novo (2), Madjer (3), Haitham, Rodrigo / Salvo (3), Miralles

Al-Ahly confirma favoritismo e segue para as meias-finais...

Mundialito de Clubes de Futebol de Praia/Rio de Janeiro 2015 (10)

Grupo A / 3ª Jornada

Corinthians (Brasil) - Flamengo (Brasil): 9-4

Golos: Bé Martins (4), Anderson (3), Alan, Sidney / Casé, Digo, Fred, Mauricinho

Coringão despede-se da Copa com uma goleada sobre o desolador Mengão das areias...

Mundialito de Clubes de Futebol de Praia/Rio de Janeiro 2015 (9)

Grupo A / 3ª Jornada

Vasco da Gama (Brasil) - Fluminense (Brasil): 5-1

Golos: Lucão (3), Igor (2) / Bryan

Furacão Lucão varreu com a armada tricolor e garantiu o lugar mais alto do seu grupo...

sexta-feira, dezembro 11, 2015

Mundialito de Clubes de Futebol de Praia/Rio de Janeiro 2015 (8)

Grupo B / 2ª Jornada

Barcelona (Espanha) - Al-Ahly (E.A.U.): 4-3

Golos: Ozu (2); Amarelle, Datinha / Coimbra, Jordan, Hamada

Nova vitória pela margem mínima coloca Barça com um pé nas meias-finais...

Mundialito de Clubes de Futebol de Praia/Rio de Janeiro 2015 (7)

Grupo B / 2ª Jornada

Sporting (Portugal) - Levante (Espanha): 8-6

Golos: Rashed (3), Goto (2), Ricardinho, Juninho, Nelito / Pablo (2), Jony (2), Juanito, Miralles

Leões rugem mais alto que o estreante Levante e continuam a sonhar com as meias-finais... 

Mundialito de Clubes de Futebol de Praia/Rio de Janeiro 2015 (6)

Grupo A / 2ª Jornada

Flamengo (Brasil) - Fluminense (Brasil): 1-3

Golos: Dmais / Daniel, Vinicius, Filipi

Tricolores vencem o sempre escaldante dérbi do Rio de Janeiro (Fla-Flu) e asseguram passaporte para a fase seguinte...

Mundialito de Clubes de Futebol de Praia/Rio de Janeiro 2015 (5)

Grupo A / 2ª Jornada

Corinthians (Brasil) - Vasco da Gama (Brasil): 3-6

Golos: Rodrigo Souto, Bé Martins, Anderson / Lucão (3), Rafinha, Bokinha, Cesinha

Vasco alcança as meias-finais e atira com os atuais campeões do Mundo para fora da Copa...

quinta-feira, dezembro 10, 2015

Mundialito de Clubes de Futebol de Praia/Rio de Janeiro 2015 (4)

Grupo B / 1ª Jornada

Barcelona (Espanha) - Levante (Espanha): 3-2 (após prolongamento)

Golos: Nico, Bruno Xavier, Llorenc / Perez (2)

Barça sofreu para ultrapassar os compatriotas do Levante...

Mundialito de Clubes de Futebol de Praia/Rio de Janeiro 2015 (3)

Grupo B / 1ª Jornada

Sporting (Portugal) - Al-Ahly (E.A.U.): 4-6

Golos: Nelito (3), Marinho / Rodrigo (4), Madjer, Jordan

 Magia de Madjer e companhia eclispou os leões portugueses...

Mundialito de Clubes de Futebol de Praia/Rio de Janeiro 2015 (2)

Grupo A / 1ª Jornada

Flamengo (Brasil) - Vasco da Gama (Brasil): 3-5

Golos: Dmais, Fred (2) / Catarino (2), Rafinha, Lucão, Bokinha

Dérbi carioca pendeu para o emblema da Cruzmaltina...

Mundialito de Clubes de Futebol de Praia/Rio de Janeiro 2015 (1)

Grupo A / 1ª Jornada

Fluminense (Brasil) - Corinthians (Brasil): 7-2

Golos: Fernando DDI (3), Bernardo Botelho (2), Filipi (2) / André, António Jr. 

Tricolor carioca das areias arrasa campeões do Mundo em título...